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Grandes temas em debate em São Luís

 

Coordenado pelas professoras Joana A. Coutinho e Josefa Batista Lopes, o Observatório de Políticas Públicas e Lutas Sociais, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da UFMA, realizará, este mês, em São Luís, o seminário Orçamento, dívida pública e crise capitalista, e o colóquio Desenvolvimento e revolução na América Latina. O primeiro acontece dias 17 e 18, às 17h, no auditório A do CCH/UFMA; o segundo, que será ministrado por Michel Löwy, dias 23 e 24, às 17h30min, no auditório setorial do CCH.

Inscrições, programações e maiores informações na página do Observatório.

Mídia eletrônica, controle social e poder econômico: particularidades da concessão da TV Difusora/ Rede Globo

Os que têm minha idade ou são um pouco mais novos devem se assustar e pensar: o blogueiro errou. TV Difusora? Rede Globo?

Eu, criança, lembro de, por exemplo, Zé Raimundo na Globo e da confusão causada em minha cabeça de menino quando a Globo deixou o canal 4 para o 10. Já nem lembro quem tinha os melhores desenhos animados, mas lembro de perder uns de que gostava por ficar esperando no canal errado.

O título do post roubo da dissertação que o jornalistamigo Franklin Douglas defende hoje, às 17h, no Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da UFMA. A defesa acontece na sala de multimídia do programa, no Campus Universitário do Bacanga, e tem na banca os professores doutores Marina Maciel Abreu (orientadora), Josefa Batista Lopes, José Ribamar Ferreira Júnior e Ilse Gomes Silva (suplente), todos da UFMA.

“Abordo como a família Sarney tomou a Difusora dos Bacelar para si e, depois, acabou cedendo à família Lobão, para ter o controle da concessão da Globo. Afinal, significava selar a relação política-poder-mídia entre Sarney-Roberto Marinho no Maranhão”, contou o concludente de mestrado ao blogue, por e-mail.

“Para isso, acabaram com o Magno Bacelar, herdeiro do Raimundo Bacelar, que funda a TV no Maranhão em 1963, como principal parceiro de Assis Chateaubriand no Maranhão. Foi nossa a segunda televisão do Nordeste, uma das primeiras do país e, em sua primeira fase (emissora própria, sem rede), a cultura maranhense foi destaque: a TV transmitia das 18h30min às 22h, ao vivo, e já precursores da telenovela brasileira, Reynaldo Faray e Aldo Leite estavam lá dirigindo o teleteatro ao vivo. Imagina isso em 1960!!!”, conclui, entusiasmado.