Caxias é o primeiro destino do Trio Zamoma, com a turnê “Acalanto”

Projeto com Wilson Zara, Mauro Izzy e Moisés Ferreira percorrerá oito municípios maranhenses

Wilson Zara e Mauro Izzy. Foto: divulgação

Caxias, a princesa do sertão, distante 360 quilômetros da capital, é o primeiro destino da turnê “Acalanto”, do Trio Zamoma, que reúne os músicos Wilson Zara (voz e violão), Moisés Ferreira (guitarra) e Mauro Izzy (contrabaixo).

Com patrocínio da Potiguar, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão, o projeto tem uma premissa interessante: na medida do possível, as apresentações acontecerão em áreas residenciais ou suas proximidades, em praças de bairros, de modo que as pessoas, ou a maioria do público, possa ver o show, ouvir a música dos artistas de suas próprias calçadas e janelas, evitando aglomerações, tendo em vista que a pandemia, embora tenha diminuído os números de contágios e óbitos, ainda não acabou.

O repertório é formado basicamente por clássicos da música popular brasileira e do pop e rock internacional, além de clássicos do cancioneiro de artistas maranhenses, num arco que vai de Belchior, Fagner, Raul Seixas, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Beatles, Bob Dylan, Cesar Teixeira e Geraldo Vandré, entre outros.

Com este e outros projetos, sempre gratuitos, Zara tem sido um dos nomes mais importantes na interiorização da música, em frentes como a educação musical e a formação de plateia.

A apresentação de “Acalanto” em Caxias acontece nesta sexta (20), às 21h, no Mirante da Balaiada (Memorial da Balaiada, Av. General Sampaio, 297-339, Cangalheiro), um dos mais belos cartões postais do município.

A abertura fica por conta da banda Nossa Terra, formada por Jhony Rios (saxofone), Jhonny Casa Nova (voz), Wallace (guitarra), Júlio Cesar (teclado) e Ellain (baixo e voz). O evento conta com parcerias locais da Prefeitura Municipal de Caxias e Secretaria Municipal de Cultura de Caxias.

Novas datas e locais da turnê serão anunciados em breve.

Serviço:

O quê: show da turnê “Acalanto”
Quem: Trio Zamoma, com Wilson Zara, Moisés Ferreira e Mauro Izzy. Abertura: banda Nossa Terra
Quando: sexta (20), às 21h
Onde: Mirante da Balaiada (Memorial da Balaiada, Av. General Sampaio, 297-339, Cangalheiro, Caxias/MA)
Quanto: grátis
Patrocínio: Potiguar, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão
Apoio: Prefeitura Municipal de Caxias e Secretaria Municipal de Cultura de Caxias

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Acalanto: música pelas praças, sem aglomeração

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A pandemia de covid-19 foi prorrogada para além de qualquer expectativa: nem os mais pessimistas poderiam acreditar que estaríamos onde estamos praticamente dois anos depois de sua eclosão.

O distanciamento social, medida necessária para a contenção do contágio, provocou mudanças de hábitos e, nesse sentido, atividades culturais provaram, ou melhor dizendo, reafirmaram sua importância.

Foi uma explosão de lives e exposições online, entre outras atividades, que ajudaram a população a permanecer mais tempo em casa. Quem dispunha de uma boa biblioteca ou de uma razoável coleção de discos, também delas se valeu, tornando a travessia do período mais suportável.

O poeta Ferreira Gullar dizia que “a arte existe por que a vida não basta”, sentença atestada na prática pelos poucos exemplos aqui trazidos.

A pandemia ainda não acabou. Isolamento e distanciamento social, bem como uso de máscaras e constante higienização das mãos com álcool em gel e/ou água e sabão continuam sendo necessários.

A classe artística foi uma das mais afetadas pela pandemia. Shows, exposições, peças, noites de autógrafos, entre outras, são atividades que promovem aglomeração, em sua essência, exigem contato físico, um prato cheio para a proliferação do vírus.

O cantor Wilson Zara, o baixista Mauro Izzy e o guitarrista Moisés Ferreira são três dos mais conhecidos artistas da noite de São Luís e também sentiram os impactos das medidas restritivas.

“De uma hora pra outra, simplesmente tudo parou, parecia uma profecia de Raul Seixas, embora na música dele a Terra pare por apenas um dia. A gente precisou respeitar, se apropriar de novos mecanismos, repensar o nosso fazer artístico, além de se cuidar, para poder voltar a toda, quando isso fosse possível”, comenta Zara.

As idas e vindas das curvas de contágio e número de óbitos promoveram um efeito sanfona ou gangorra, num estica e puxa, sobe e desce, vai e vem, com a retomada gradual de atividades (artísticas, inclusive) e novos passos atrás.

Zara, Izzy e Ferreira, parceiros de longa data e de outras empreitadas, se uniram no Trio Zamoma, e irão percorrer oito cidades maranheses com o projeto Acalanto.

“A música tem esse poder de acalentar as pessoas, não no sentido de botar pra dormir, mas de instigar sentimentos, recordações, momentos. É esse o espírito”, revela Zara.

As apresentações acontecerão prioritariamente em áreas residenciais, em praças de bairros, de modo que as pessoas, ou a maioria delas, possa ouvir a música dos artistas de suas próprias calçadas e janelas, evitando aglomerações.

As normas de segurança sanitária serão observadas e é possível que em algumas cidades a transmissão seja realizada em modo online, a partir de algum logradouro do município.

Acalanto tem patrocínio da Potiguar, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão. “Ao realizar este projeto e fomentar a cultura nos municípios, a Potiguar cumpre um mandamento constitucional, que qualquer empresa deve guardar, que é sua função social, demonstrada através da preocupação com impactos que vão além dos econômicos, sobretudo durante a pandemia, com o entristecimento do espírito e da alma das pessoas que vivem nos lugares”, comenta Moisés Ferreira, que além de músico é advogado e estudioso de mecanismos de incentivo à cultura.

Gratuitas e abertas ao público interessado em geral, as apresentações terão inicio ainda em fevereiro e os destinos serão divulgados em breve.

“Trilhas e Tons” chega a Matinha colhendo frutos

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Produtor local da oficina foi seu aluno em cidade vizinha e já colaborou com outras edições da formação

De aluno a produtor: Zeca está prestes a se formar em Licenciatura em Música. Foto: divulgação

José Manoel Lindoso Mendes, o Zeca, como é mais conhecido, participou da oficina “Trilhas e Tons: Teoria musical aplicada à música popular”, quando a formação ministrada por Nosly com coordenação de Wilson Zara e assistência de Mauro Izzy passou pela cidade de Viana, em 2016.

“Eu me sinto honrado e agradeço imensamente por tudo o que aprendi durante o curso, pois através desse conhecimento a mais eu consegui passar no vestibular da UemaNet, onde estou concluindo o curso de Licenciatura em Música”, conta, orgulhoso.

“Sinto-me muito feliz de ter sido um aluno da turma da oficina e poder ajudar a levar a outros municípios”, afirma. Depois de receber o certificado, ele já foi produtor local de Trilhas e Tons em Penalva, onde mora, e assume a tarefa mais uma vez, desta feita em Matinha, onde a oficina aporta semana que vem, de 25 a 29 de outubro.

Em Matinha as inscrições já estão abertas e podem ser feitas na Secretaria Paroquial da Igreja São Sebastião, ao lado da praça, em Matinha. As aulas acontecerão no Salão Paroquial, ao lado da Igreja São Sebastião, das 14h às 18h. Trilhas e Tons tem carga horária de 20 horas aula e as inscrições e material didático utilizados na oficina são gratuitos. A formação tem patrocínio da Equatorial Maranhão através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão.

“Estou à disposição em poder fazer por outras pessoas o que Trihas e Tons fez por mim”, entusiasma-se ele, que trabalha com música em um projeto filantrópico em Viana, juntamente com seu irmão Fernando, outro que frequentou a oficina, em Penalva, no caso.

Zeca desenvolve ainda outros projetos musicais pela região e cita-os: “com a banda marcial, o projeto Eu posso Aprender mais e Música na Escola. E na cidade de Matinha, na Escola Estadual Aniceto, com o projeto Música na Escola”.

“Zeca é um exemplo do poder da música aliado a seu próprio potencial. É um aluno que virou parceiro, que mete a mão na massa, se envolve. Isso tudo dá um gás danado na gente, nos incentiva a continuar, deixa toda equipe de Trilhas e Tons muito contente”, elogia o coordenador Wilson Zara.

SERVIÇO

O quê: oficina “Trilhas e tons – Teoria musical aplicada à música popular”
Quem: o instrutor Nosly, o coordenador Wilson Zara e o assistente Mauro Izzy
Quando: de 25 a 29 de outubro
Inscrições: já abertas
Onde: inscrições na Secretaria Paroquial da Igreja São Sebastião, ao lado da praça, em Matinha; aulas no Salão Paroquial, ao lado da Igreja São Sebastião
Quanto: grátis (inscrições, aulas e material didático)
Patrocínio: Equatorial Maranhão, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão
Informações: contatowilsonzara@gmail.com, (98) 999753999, facebook.com/trilhasetons

São Luís recebe oficina “Trilhas e tons” semana que vem

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Formação em Teoria musical aplicada à música popular será realizada entre os dias 4 e 8 de outubro, na Escola Municipal de Música de São Luís

Wilson Zara, Mauro Izzy e Nosly estão de volta à estrada com a oficina “Trilhas e Tons”. Foto: divulgação

Literalmente na estrada desde 2013, a oficina “Trilhas e Tons: teoria musical aplicada à música popular” teve sua trajetória interrompida ano passado, diante das restrições sanitárias impostas pela pandemia de covid-19. Mesmo ainda em meio à crise, a oficina retomou suas atividades no último dia 27 de setembro, em Vitorino Freire/MA, observando todas as normas de segurança sanitária: uso de máscaras, distanciamento social adequado, uso de álcool em gel.

A próxima parada da formação ministrada por Nosly com coordenação de Wilson Zara e assistência de Mauro Izzy é a capital maranhense. Em São Luís, “Trilhas e Tons” será realizada entre os próximos dias 4 e 8 de outubro, na Escola Municipal de Música de São Luís (Emmus, Rua do Giz, 53, Praia Grande), no turno vespertino (das 14h às 18h), para interessados/as em geral, a partir de 14 anos – as inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no local; o material didático utilizado na oficina também é distribuído gratuitamente.

“Essa oficina vem como um presente para a Escola Municipal de Música de São Luís, para que a gente, dentro da nossa proposta de formação e linguagem musical, possa levar, não só para os profissionais da rede pública municipal, mas também para a comunidade esse contato com a música, tons, melodia, com a construção dessa poesia que a gente com certeza também vai trabalhar. Vai ser um momento muito legal para nós da Emmus, principalmente para aquelas pessoas que estão no exercício da atividade musical e que não têm esse conhecimento”, declara a diretora da Emmus Maria Alice Bogéa.

“Acho que vai ser um aprendizado muito expressivo. Liderada por Nosly, que aqui dentro de nosso estado e no país, é um nome que a gente tem muito apreço, é uma pessoa que tem uma expressão dentro da música muito forte, tanto na questão da composição quanto na parte de produção, além de Wilson Zara e Mauro Izzy, que também dispensam apresentações. Isso nos enche de alegria, é meu sentimento enquanto gestora da Emmus”, continua.

“Trilhas e tons: Teoria musical aplicada à música popular” tem patrocínio da Equatorial Maranhão, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão.

Serviço

O quê: oficina “Trilhas e tons – Teoria musical aplicada à música popular”
Quem: o instrutor Nosly, o coordenador Wilson Zara e o assistente Mauro Izzy
Quando: de 4 a 8 de outubro
Inscrições: já abertas
Onde (inscrições e aulas): Escola Municipal de Música de São Luís (Emmus, Rua do Giz, 53, Praia Grande)
Quanto: grátis (inscrições, aulas e material didático)
Patrocínio: Equatorial Maranhão, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão
Informações: contatowilsonzara@gmail.com, (98) 999753999, facebook.com/trilhasetons

Sexta temporada da oficina “Trilhas e tons” começa dia 27 em Vitorino Freire

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Uma das edições de Trilhas e Tons, realizada no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho. Foto: Acervo Trilhas e Tons. Divulgação

Após certificar mais de 1.000 cursistas em mais de 50 municípios maranhenses, a oficina “Trilhas e tons: Teoria musical aplicada à música popular” chega este ano a sua sexta temporada, mais uma vez com patrocínio da Equatorial Maranhão, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão.

Desta vez serão sete municípios maranhenses contemplados e o roteiro desta edição do projeto inicia seu trajeto pelo município de Vitorino Freire, onde a oficina acontece entre os próximos dias 27 de setembro e 1º. de outubro – as inscrições estão abertas e podem ser feitas na Escola de Música Maestro Zé Mitonho, onde também acontecerão as aulas. São oferecidas 30 vagas por turma, com inscrições e material didático gratuito.

“Trilhas e tons” tem carga horária de 20 horas aula, distribuídas em cinco dias de formação. A oficina de teoria musical aplicada à música popular é ministrada pelo cantor e compositor Nosly, com coordenação de Wilson Zara e assistência de Mauro Izzy, todos nomes reconhecidos por sua atuação de longa data na cena da música popular brasileira produzida no Maranhão.

Em Vitorino Freire, “Trilhas e tons” conta com parcerias locais, estabelecidas com o Coletivo Cultural de Vitorino Freire, Feeling Assessoria de Comunicação e Marketing, Secretaria Municipal de Cultura, Mulher e Turismo, além da própria Escola de Música Maestro Zé Mitonho.

Morador de Lago da Pedra, por onde a oficina já passou em edição anterior do projeto, foi o carioca Hugo Lima quem colocou o Coletivo Cultural e a produção em contato. “Fazer a ponte entre o projeto “Trilhas e Tons” e o Coletivo Cultural de Vitorino Freire foi apenas uma forma de contribuir para o fomento da cultura e expansão de apresentação de um estilo musical que vem sendo esquecido no nosso país”, declara.

Ele relembrou a passagem da oficina pelo município em que mora: “O acontecimento movimentou positivamente a cidade. “Trilhas e Tons” deixou mais que conhecimento musical na cidade: o projeto fomentou escola de música e loja de instrumentos musicais também; os frutos dessa iniciativa linda são colhidos até hoje em Lago da Pedra”.

“É a primeira vez que Vitorino Freire tem a honra de receber um projeto de música, teórico e prático, com direito a dar certificado aos participantes. É muito grandioso para nós, fazedores de cultura, e para nós, vitorinenses, recebermos o projeto que já tem uma visibilidade nacional. Nós conhecemos o trabalho do Wilson Zara e entendemos que ele tem muito a colaborar com todos nós. É um abraço, é um apoio a mais que Wilson Zara e o projeto “Trilhas e tons” estão trazendo para a juventude de Vitorino Freire alavancar um pouco mais nas suas ideias de músicos. Nós temos certeza que em Vitorino Freire há muitos músicos em potencial, que precisam apenas de um empurrão, de um incentivo, como esse que o projeto “Trilhas e tons” está trazendo ao município. Nós ficamos muito gratos”, afirmou o jornalista Salis Chagas, membro do Coletivo Cultural de Vitorino Freire e articulador local do projeto.

A oficina chega ao município logo após as comemorações do aniversário da cidade, dia 25 de setembro. “Vai ser também um presente para o município”, continua Salis, bastante entusiasmado com a iniciativa.

Serviço

O quê: oficina “Trilhas e tons – Teoria musical aplicada à música popular”
Quem: o instrutor Nosly, o coordenador Wilson Zara e o assistente Mauro Izzy
Quando: de 27 de setembro a 1º. de outubro
Inscrições: já abertas
Onde (inscrições e aulas): Escola de Música Maestro Zé Mitonho
Quanto: grátis (inscrições, aulas e material didático)
Patrocínio: Equatorial Maranhão, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão
Informações: contatowilsonzara@gmail.com, (98) 999753999, facebook.com/trilhasetons

Turnê de Chiquinho França chega a mais quatro cidades esta semana

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Foto: divulgação. Facebook do artista.
Foto: divulgação. Facebook do artista.

 

Bacabal, Pedreiras, Codó e Caxias. Estes são os próximos destinos do trem musical de Chiquinho França, que aporta acompanhado de sua banda nestas cidades, para shows do projeto Sons e Trilhos.

Guitarrista e bandolinista consagrado, Chiquinho França apresenta um repertório versátil, passeando do rock, jazz e blues ao choro, frevo e baião, um pé na modernidade, outro na tradição, as duas mãos na música de qualidade.

Acompanhado por JBlues (teclado), Mauro Sérgio (contrabaixo) e Oliveira Neto (bateria), Chiquinho França, um dos mais requisitados instrumentistas maranhenses, promete emocionar as plateias. “Na verdade, quem se emociona sou eu, ao poder oferecer ao público a música que aprendi vendo um ceguinho tocar na rodoviária de Santa Inês, minha cidade natal”, afirma o músico, lembrando as origens musicais.

Nesta segunda metade da turnê, Chiquinho França se apresenta na Praça São José (Praça do Bolo, Centro), em Bacabal, dia 15 (quarta), às 20h30; no dia seguinte (16), no mesmo horário, na Maçonaria Renascença Pedreirense (Praça do Jardim, Centro), em Pedreiras.

Sexta-feira (17) é a vez de Codó: Chiquinho França e banda se apresentam na Praça Ferreira Bayma, às 20h30. Sábado (18), no mesmo horário, é a vez de Caxias. Na terra do poeta Gonçalves Dias a apresentação acontece no Centro de Cultura (Praça do Panteon, Centro).

Todas as apresentações são gratuitas e abertas ao público. A última apresentação da turnê acontecerá em São Luís, em data, horário e local a definir. Sons e Trilhos tem realização da Zarpa Produções e patrocínio da Companhia Energética do Maranhão (Cemar), através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão.

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