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Crime ambiental na área ecológica do Jaguarema

Invasores profissionais estão devastando uma área verde de influência das nascentes do Rio Jaguarema, declarada pela Prefeitura Municipal de São Luís como Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), conforme Lei nº. 4.770, de 22 de março de 2007. Na última quarta-feira (27/2), chegaram a atear fogo na mata, o que só não resultou em catástrofe devido à ação de policiais e bombeiros.

A área, localizada ao lado do Condomínio Parque das Mangueiras – Av. Santos Dumont, vem sendo ocupada desde o carnaval por invasores que chegaram à reserva portando facões e cordas plásticas, alguns de motocicletas e até de automóveis. Eles possuem casas e outras propriedades nas proximidades, mas já estão dividindo os lotes da área verde para especulação, visando lucros pessoais.

Segundo os moradores do condomínio, o caso já foi denunciado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMAM), à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) e ao Batalhão de Polícia Ambiental do Estado, mas ainda não foram tomadas as medidas necessárias para afastar definitivamente os invasores, que desdenham da própria ação policial, que é tímida, ocasional, e não os assusta.

A área verde é densa, com mangueiras, cajueiros, babaçuais, barrigudeiras, entre outras árvores, sendo partilhada por várias espécies de aves, como siricoras, jacutingas, sabiás etc., além de animais de pequeno porte. Mas corre o risco de ser completamente derrubada ou queimada, levando à extinção da fauna e da flora ali existente. “Trata-se de um crime ambiental”, denunciam os moradores. (Cesar Teixeira)

O piti do dotô

Cena 1: médico chega atrasado a uma clínica Unihosp em São Luís, ontem (10) à tarde. Cena 2: alguém, com senso de humor, diz algo como “até que enfim, atrasadão”. Cena 3: médico, sem senso de humor, vai embora e diz que não vai atender ninguém e manda os pacientes que o aguardavam pacientemente (redundância intencional) tomarem naquele lugar (este blogue se reserva o direito de não publicar o termo de baixo calão utilizado por ele). Cena 4: o “piti” do médico, “doutor” José Mauro Carvalho (de camisa azul), chamando a todos de moleques, filmado abaixo pelo celular da bibliotecária Marla Silveira. Quem é mesmo o moleque? Alô, CRM!