O Choro visita o Museu

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Primeiro sarau RicoChoro ComVida na temporada 2021 acontece no jardim do Museu Histórico e Artístico do Maranhão; serão obrigatórios uso de máscara e apresentação da carteira de vacinação contra a covid-19

A pandemia ainda não acabou, mas com o avanço da vacinação, apesar de alguns insistirem em jogar contra, aos poucos atividades em diversos setores vão retomando a normalidade, ou ao menos o que é possível neste contexto de prorrogação indefinida das medidas de segurança sanitária impostas pelo novo coronavírus e suas variantes.

A exemplo de outros importantes festivais e espetáculos, RicoChoro Produções Culturais, Girassol Produções e Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt orgulhosamente anunciam a retomada dos saraus RicoChoro ComVida, evento já consolidado no calendário cultural da capital maranhense que, ano passado, pela primeira vez, teve suas edições realizadas em modo online, com transmissão pela tevê e youtube.

“Algumas atividades foram mais afetadas que outras pela pandemia e sua indefinida prorrogação. O setor cultural foi o primeiro a parar e é um dos últimos a retomar suas atividades, ainda com uma série de restrições. E a gente sabe que a alma da roda de choro, além dos músicos no palco ou ao redor de uma mesa, está na plateia, que vibra com as execuções dos músicos, que aplaude, que se entusiasma com a beleza dessa música tão representativa da cultura brasileira”, comenta o idealizador e produtor do projeto Ricarte Almeida Santos.

A primeira das três edições da temporada 2021 dos saraus RicoChoro ComVida terá como palco os jardins do Museu Histórico e Artístico do Maranhão (MHAM, Rua do Sol, 302, Centro), garantindo ao mesmo tempo um local aberto e ventilado e o controle de acesso ao evento, com aferição de temperatura, uso obrigatório de máscaras, disponibilidade de álcool em gel e indispensável apresentação da carteira comprovando a vacinação contra a covid-19.

A tertúlia musical terá início às 17h30, no sábado, dia 23 de outubro. As atrações são o DJ Franklin, o Regional T.R.A.H.4 e os cantores Célia Maria e Tiago Máci, num inusitado encontro de gêneros e gerações.

O DJ Franklin em edição anterior de RicoChoro ComVida. Foto: Zeqroz Neto. Divulgação

Atrações – O DJ Franklin é um dos mais requisitados e respeitados disc-jóqueis da cena musical da ilha. Sua vasta coleção de vinis, seu minucioso trabalho de pesquisa e sua total entrega ao ofício quando no palco casam perfeitamente com uma das propostas dos saraus RicoChoro ComVida, justamente o estímulo do diálogo do Choro com outras vertentes da tão rica e diversa música popular brasileira.

Henrique Duailibe, Arlindo Carvalho, Rui Mário e Tiago Fernandes, o Regional T.R.A.H.4. Fotos: divulgação

O Regional T.R.A.H.4 recebeu este nome a partir das iniciais de seus quatro integrantes: Tiago Fernandes (violão), Rui Mário (sanfona), Arlindo Carvalho (percussão) e Henrique Duailibe (teclado). Formado especialmente para a ocasião, o quarteto reúne nomes de destaque em seus respectivos instrumentos, além de juntar ao menos três gerações da música popular produzida no Maranhão. Rui Mário é o diretor musical desta temporada dos saraus RicoChoro ComVida.

O sarau e o grupo marcam um retorno mais efetivo de Henrique Duailibe aos palcos, fora eventuais participações especiais que faz em um ou outro evento. Instrumentista, arranjador e produtor, Duailibe perdeu a visão, mas nem um pingo da musicalidade. É um dos nomes mais importantes da produção de música popular no estado do Maranhão, sendo fácil encontrá-lo nos créditos de discos e espetáculos, já tendo tocado com um sem número de artistas locais. Em quase 40 anos de carreira, ele já produziu mais de 300 cds, tendo vencido 10 prêmios Universidade FM, além do prêmio Papete, da Festa da Música do Maranhão. Produziu discos de Alê Muniz, Cláudio Pinheiro, Daffé, Gabriel Melônio, Omar Cutrim e Papete, entre muitos outros.

A cantora Célia Maria volta ao palco de RicoChoro ComVida. Foto: Zeqroz Neto. Divulgação

Invariavelmente recebendo epítetos como “diva” ou “voz de ouro” do Maranhão, Célia Maria tem uma longa trajetória na música, tendo iniciado sua carreira ainda na adolescência, quando inventou seu nome artístico para se apresentar escondida dos pais em programas de auditório em rádios de São Luís. Tentou carreira no Rio de Janeiro, onde morou, e chegou a se apresentar no mítico Zicartola, de propriedade do casal mangueirense Cartola e Dona Zica, palco de bambas como Nelson Cavaquinho, entre outros. Depois da temporada carioca, regressou à terra natal, onde vive. Em 2001 lançou seu único disco até aqui, o homônimo “Célia Maria”, com arranjos e direção musical de Ubiratan Sousa, com um repertório que incluía clássicos de Chico Maranhão, Chico Buarque, Antonio Vieira, Bibi Silva, Edu Lobo e Cesar Teixeira. “Milhões de uns”, composição de Joãozinho Ribeiro tida como destaque do álbum, venceu o Prêmio Universidade FM, na categoria Melhor Choro. Está com um segundo disco gravado, dedicado ao repertório de compositores da Madre Deus, com arranjos e direção musical do violonista Luiz Júnior Maranhão.

O cantor e compositor Tiago Máci. Foto: divulgação

Tiago Máci é um dos compositores mais festejados de uma nova geração que passeia com desenvoltura por diversos estilos, tendo por inspiração desde o folk de Bob Dylan até o samba de Cesar Teixeira, não à toa homenageado em sua composição “Samba do fuleiro”. Lançou o ep “Mete o amor, forte” (o título faz referência a “Met(amor)fose”, de Cesar Teixeira) e o álbum “Amor delivery”. É parceiro de, entre outros, Marcos Magah – que subirá ao palco de RicoChoro ComVida em outra edição do sarau ainda este ano – e Zeca Baleiro.

Acessibilidade cultural – Além da preocupação permanente com a formação de plateia, os saraus RicoChoro ComVida têm também um compromisso com a inclusão cultural. Para tanto, todas as edições do projeto, desde a sua origem, em tempos pré-pandêmicos, são realizados com assentos prioritários próximos ao palco, banheiros acessíveis e tradução simultânea em Libras, a língua brasileira de sinais.

Apoio cultural – As três edições de RicoChoro ComVida em 2021 foram garantidas por meio da emenda parlamentar 39210011 OGU 2021, destinada pelo deputado federal Bira do Pindaré à Prefeitura Municipal de São Luís para a realização dos saraus.

Serviço

O quê: sarau RicoChoro ComVida
Quem: DJ Franklin, Regional T.R.A.H.4 e os cantores Célia Maria e Tiago Máci
Quando: dia 23 de outubro (sábado), pontualmente às 17h30
Onde: Jardim do Museu Histórico e Artístico do Maranhão (MHAM, Rua do Sol, 302, Centro)
Quanto: grátis
Apoio cultural: emenda parlamentar nº. 39210011 OGU 2021, do Deputado Bira do Pindaré à Prefeitura de São Luís
Informações: facebook: ricochorocomvida; instagram: @ricochoro

São Luís recebe oficina “Trilhas e tons” semana que vem

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Formação em Teoria musical aplicada à música popular será realizada entre os dias 4 e 8 de outubro, na Escola Municipal de Música de São Luís

Wilson Zara, Mauro Izzy e Nosly estão de volta à estrada com a oficina “Trilhas e Tons”. Foto: divulgação

Literalmente na estrada desde 2013, a oficina “Trilhas e Tons: teoria musical aplicada à música popular” teve sua trajetória interrompida ano passado, diante das restrições sanitárias impostas pela pandemia de covid-19. Mesmo ainda em meio à crise, a oficina retomou suas atividades no último dia 27 de setembro, em Vitorino Freire/MA, observando todas as normas de segurança sanitária: uso de máscaras, distanciamento social adequado, uso de álcool em gel.

A próxima parada da formação ministrada por Nosly com coordenação de Wilson Zara e assistência de Mauro Izzy é a capital maranhense. Em São Luís, “Trilhas e Tons” será realizada entre os próximos dias 4 e 8 de outubro, na Escola Municipal de Música de São Luís (Emmus, Rua do Giz, 53, Praia Grande), no turno vespertino (das 14h às 18h), para interessados/as em geral, a partir de 14 anos – as inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no local; o material didático utilizado na oficina também é distribuído gratuitamente.

“Essa oficina vem como um presente para a Escola Municipal de Música de São Luís, para que a gente, dentro da nossa proposta de formação e linguagem musical, possa levar, não só para os profissionais da rede pública municipal, mas também para a comunidade esse contato com a música, tons, melodia, com a construção dessa poesia que a gente com certeza também vai trabalhar. Vai ser um momento muito legal para nós da Emmus, principalmente para aquelas pessoas que estão no exercício da atividade musical e que não têm esse conhecimento”, declara a diretora da Emmus Maria Alice Bogéa.

“Acho que vai ser um aprendizado muito expressivo. Liderada por Nosly, que aqui dentro de nosso estado e no país, é um nome que a gente tem muito apreço, é uma pessoa que tem uma expressão dentro da música muito forte, tanto na questão da composição quanto na parte de produção, além de Wilson Zara e Mauro Izzy, que também dispensam apresentações. Isso nos enche de alegria, é meu sentimento enquanto gestora da Emmus”, continua.

“Trilhas e tons: Teoria musical aplicada à música popular” tem patrocínio da Equatorial Maranhão, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão.

Serviço

O quê: oficina “Trilhas e tons – Teoria musical aplicada à música popular”
Quem: o instrutor Nosly, o coordenador Wilson Zara e o assistente Mauro Izzy
Quando: de 4 a 8 de outubro
Inscrições: já abertas
Onde (inscrições e aulas): Escola Municipal de Música de São Luís (Emmus, Rua do Giz, 53, Praia Grande)
Quanto: grátis (inscrições, aulas e material didático)
Patrocínio: Equatorial Maranhão, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão
Informações: contatowilsonzara@gmail.com, (98) 999753999, facebook.com/trilhasetons

Sexta temporada da oficina “Trilhas e tons” começa dia 27 em Vitorino Freire

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Uma das edições de Trilhas e Tons, realizada no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho. Foto: Acervo Trilhas e Tons. Divulgação

Após certificar mais de 1.000 cursistas em mais de 50 municípios maranhenses, a oficina “Trilhas e tons: Teoria musical aplicada à música popular” chega este ano a sua sexta temporada, mais uma vez com patrocínio da Equatorial Maranhão, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão.

Desta vez serão sete municípios maranhenses contemplados e o roteiro desta edição do projeto inicia seu trajeto pelo município de Vitorino Freire, onde a oficina acontece entre os próximos dias 27 de setembro e 1º. de outubro – as inscrições estão abertas e podem ser feitas na Escola de Música Maestro Zé Mitonho, onde também acontecerão as aulas. São oferecidas 30 vagas por turma, com inscrições e material didático gratuito.

“Trilhas e tons” tem carga horária de 20 horas aula, distribuídas em cinco dias de formação. A oficina de teoria musical aplicada à música popular é ministrada pelo cantor e compositor Nosly, com coordenação de Wilson Zara e assistência de Mauro Izzy, todos nomes reconhecidos por sua atuação de longa data na cena da música popular brasileira produzida no Maranhão.

Em Vitorino Freire, “Trilhas e tons” conta com parcerias locais, estabelecidas com o Coletivo Cultural de Vitorino Freire, Feeling Assessoria de Comunicação e Marketing, Secretaria Municipal de Cultura, Mulher e Turismo, além da própria Escola de Música Maestro Zé Mitonho.

Morador de Lago da Pedra, por onde a oficina já passou em edição anterior do projeto, foi o carioca Hugo Lima quem colocou o Coletivo Cultural e a produção em contato. “Fazer a ponte entre o projeto “Trilhas e Tons” e o Coletivo Cultural de Vitorino Freire foi apenas uma forma de contribuir para o fomento da cultura e expansão de apresentação de um estilo musical que vem sendo esquecido no nosso país”, declara.

Ele relembrou a passagem da oficina pelo município em que mora: “O acontecimento movimentou positivamente a cidade. “Trilhas e Tons” deixou mais que conhecimento musical na cidade: o projeto fomentou escola de música e loja de instrumentos musicais também; os frutos dessa iniciativa linda são colhidos até hoje em Lago da Pedra”.

“É a primeira vez que Vitorino Freire tem a honra de receber um projeto de música, teórico e prático, com direito a dar certificado aos participantes. É muito grandioso para nós, fazedores de cultura, e para nós, vitorinenses, recebermos o projeto que já tem uma visibilidade nacional. Nós conhecemos o trabalho do Wilson Zara e entendemos que ele tem muito a colaborar com todos nós. É um abraço, é um apoio a mais que Wilson Zara e o projeto “Trilhas e tons” estão trazendo para a juventude de Vitorino Freire alavancar um pouco mais nas suas ideias de músicos. Nós temos certeza que em Vitorino Freire há muitos músicos em potencial, que precisam apenas de um empurrão, de um incentivo, como esse que o projeto “Trilhas e tons” está trazendo ao município. Nós ficamos muito gratos”, afirmou o jornalista Salis Chagas, membro do Coletivo Cultural de Vitorino Freire e articulador local do projeto.

A oficina chega ao município logo após as comemorações do aniversário da cidade, dia 25 de setembro. “Vai ser também um presente para o município”, continua Salis, bastante entusiasmado com a iniciativa.

Serviço

O quê: oficina “Trilhas e tons – Teoria musical aplicada à música popular”
Quem: o instrutor Nosly, o coordenador Wilson Zara e o assistente Mauro Izzy
Quando: de 27 de setembro a 1º. de outubro
Inscrições: já abertas
Onde (inscrições e aulas): Escola de Música Maestro Zé Mitonho
Quanto: grátis (inscrições, aulas e material didático)
Patrocínio: Equatorial Maranhão, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão
Informações: contatowilsonzara@gmail.com, (98) 999753999, facebook.com/trilhasetons

Refletir(-se) (n)o outro: a essência da música de Rommel

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O cantor e compositor Rommel. Foto: divulgação

Essência é uma palavra que cabe bem para definir a musicalidade de Rommel. Cidadão do mundo, o artista tem alinhado em seu trabalho influências do pop e da diversidade da cultura popular do Brasil.

No próximo sábado, 25 de setembro, chega às plataformas digitais o segundo single de “Karawara”, disco que Rommel lança em novembro pela Biscoito Fino. Trata-se de “In essence”, faixa que tem influências do budismo, procurando enxergar para além do que se vê.

No videoclipe, Rommel vê e é visto por pares, num jogo de reflexão – literalmente –, de perceber o outro como uma extensão de si próprio. Em tempos de intolerância e individualismo, o artista passa uma mensagem altruísta. A música é um afrobeat com a rítmica inspirada nos Batás, tambores usados em ritos religiosos da cultura iorubá na Nigéria, mas também em Cuba, no Haiti e no Tambor de Mina do Maranhão.

O videoclipe de “In essence” foi rodado no Canadá, onde Rommel reside, e conta com a participação da dançarina Jade Maya, cujo bailado traduz o jogo da diversidade de que fala a música: “vozes múltiplas, cores, nuances do arco-íris”, diz a letra, cantada em inglês, em tradução livre.

O primeiro single de “Karawara”, “Agô”, lançado no último dia 4 de setembro, teve boa receptividade do público e foi destaque nos principais aplicativos e plataformas de streaming.

Serviço:

O quê: lançamento do single e videoclipe de “In essence”
Onde: plataformas digitais e canal do artista no youtube (Rommel Music)
Quando: sábado, 25 de setembro, às 23h
Quanto: grátis

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Veja o teaser e faça a pré-save do videoclipe:

Live celebra 15 anos de “Paisagem feita de tempo”

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Paisagem feita de tempo. Capa. Reprodução

Com a presença de poetas, acadêmicos e jornalistas, evento online celebra os 15 anos do livro de estreia de Joãozinho Ribeiro

Este ano o livro “Paisagem Feita de Tempo”, do poeta maranhense Joãozinho Ribeiro, completa 15 anos de lançamento, realizado em abril de 2006. A primeira edição do livro está completamente esgotada e atualmente o autor está buscando meios de viabilizar uma nova edição.

Objeto de vários estudos acadêmicos, com destaque para os da professora pós-doutora em Teoria Literária Silvana Pantoja (UEMA/UESPI) e do professor doutor Valmir de Souza (USP), a obra poética, com características autobiográficas, é uma verdadeira declaração de afetos pela cidade de São Luís, Patrimônio Cultural da Humanidade, e pelos seus habitantes.

Embora mais conhecido como compositor, Joãozinho Ribeiro tem também uma obra poética consistente, inédita em livro – a citar “Paisagem feita de tempo”, e outras que ainda anseiam por merecidas publicações. Uma curiosidade é que vários trechos da obra viraram música, casos de “Amália”, que homenageia sua mãe, “Rua Grande” (parceria com Zezé Alves), “Anonimato” (musicada por Chico César), em homenagem a seu pai, e o clássico “Milhões de uns”, gravada por Célia Maria.

No próximo dia 24 de setembro, às 19h, será realizada uma live para celebrar a efeméride, com as presenças dos professores Silvana Pantoja e Valmir de Souza; dos premiados poetas Celso Borges (que escreveu a orelha da edição original) e Hamilton Faria (que assinou o prefácio), do jornalista Zema Ribeiro, além do autor Joãozinho Ribeiro.

A transmissão acontecerá pelo canal da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) no youtube.

Divulgação

Serviço

O quê: live Tempo e paisagens: 15 anos de “Paisagem feita de tempo”
Quem: o poeta Joãozinho Ribeiro e convidados
Quando: dia 24 de setembro (sexta-feira), às 19h
Onde: canal da SMDH no youtube
Quanto: grátis

Single “Agô” antecipa “Karawara”, novo disco de Rommel

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Faixa chega às plataformas de streaming 3 de setembro; álbum sai em novembro

O cantor e compositor Rommel. Foto: divulgação

No próximo dia 3 de setembro (sexta-feira), chega a todas as plataformas de streaming a música “Agô”, primeiro single (pré-save aqui) de “Karawara”, álbum que o cantor e compositor Rommel lança em novembro, pela gravadora Biscoito Fino. O videoclipe de “Agô” será lançado no dia seguinte (4 de setembro, sábado) e no dia 5 de setembro será disponibilizado o mini-documentário “Agô – Até o sopro derradeiro”.

Composta por Rommel, em parceria com Enrico Lima e Orlando Macedo, “Agô” é um ijexá, ritmo pelo qual o artista sempre foi apaixonado. A música passeia pela cultura afro-brasileira, em diálogo com a sonoridade dos terreiros das religiões de matriz africana.

“Pedindo a paz de Oxalá/ dizendo agô aos Orixás/ Agô/ Levando flores para ofertar/ e as pegadas vão pro mar/ Amor”, diz um trecho da letra, que também reforça a importância da arte como uma forma de resistência, o que se manifesta em outras faixas de “Karawara”.

O videoclipe de “Agô” foi rodado no Rio de Janeiro, com a presença de Aline Valentim, professora de danças afro-brasileiras, e é dedicado ao centenário de Mercedes Baptista, bailarina e coreógrafa brasileira, pioneira no combate ao racismo.

“Karawara” tem canções em português, inglês e francês e conta com a participação de músicos do Brasil e do Canadá, onde o maranhense Rommel mora atualmente.

Em “Agô”, Rommel (voz e violão) é acompanhado por Carlos Bala (bateria), André Galamba (baixo e guitarra), Vovô Saramanda (percussão), David Ryshpan (teclado), Parrô Mello (saxofone), Márcio Oliveira (trompete), Debson Silva (trombone), Jordan Zalis e Pryia Shah (backing vocals).

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Leia a letra:

“Agô” (Rommel Ribeiro/ Enrico Lima/ Orlando Macedo)

Ijexá repica e retumba no fim da tarde
Um sonho que passa e o tempo corre ligeiro
Levada que arde ao sol da eternidade
Subindo a ladeira até o sopro derradeiro

Ijexá repica e retumba no fim da tarde
Um sonho que passa e o tempo corre ligeiro
Levada que arde ao sol da eterna Arte
Subindo a ladeira até o sopro derradeiro

Pedindo a paz de Oxalá
Dizendo agô aos Orixás
Agô
Levando flores para ofertar
E as pegadas vão pro mar
Amor

Didê, agô, didê
Didê, agô, didê
Agô
Didê, agô, didê
Didê, agô, didê
Agô

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Assista ao teaser:

SERVIÇO

O quê: lançamento do single e videoclipe “Agô” e mini-documentário “Agô – Até o sopro derradeiro”
Quem: o cantor e compositor Rommel
Quando: dias 3 (single), 4 (videoclipe) e 5 de setembro (mini-documentário)
Onde: nas plataformas digitais
Quanto: grátis

Das praças às telas: RicoChoro ComVida terá três edições virtuais em 2020

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Apresentações musicais ocorrerão em formato talk show; diálogo de grupos de choro com artistas de vertentes distintas da música popular está mantido nas lives do projeto

O Quarteto Crivador. Da esquerda para a direita: Marquinho Carcará, Rui Mário, Wendell de la Salles e Luiz Jr. Maranhão. Foto: divulgação

Num ano atípico como 2020, o público de São Luís foi privado ao que já estava acostumado no segundo semestre: os tradicionais saraus do projeto RicoChoro ComVida na Praça, que percorrem diversos logradouros públicos da capital maranhense.

Mas os chorões e choronas apreciadores da iniciativa, além de curiosos em geral, não ficarão órfãos: RicoChoro ComVida na Praça terá edições em formato online, uma espécie de live talk show, com apresentação de Ricarte Almeida Santos e produção de Girassol Produções Artísticas, realizadas com recursos da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, administrados pela Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (Secma).

RicoChoro ComVida, portanto, este ano não será na praça, mas online: três saraus manterão a proposta do projeto, de estimular o diálogo entre o choro e outras vertentes da música popular brasileira, através do encontro de um grupo de choro e cantores e cantoras, de gêneros e gerações distintas.

As lives serão gravadas nos estúdios da TV Guará e ainda não têm data para ir ao ar. No formato de talk show, Ricarte Almeida Santos conversará com os grupos e artistas convidados, numa espécie de entrevista musicada, bastante dinâmica.

Na primeira live, o Quarteto Crivador – formado por Marquinho Carcará (percuteria), Luiz Jr. Maranhão (violão sete cordas), Rui Mário (sanfona) e Wendell de la Salles (bandolim) – recebe como convidados Dicy e Josias Sobrinho; na segunda, é a vez do Regional Caçoeira – Tiago Fernandes (violão sete cordas), Wendell Cosme (cavaquinho e bandolim), Lee Fan (flauta e saxofone), e Wanderson Silva (percussão) – dialogar musicalmente com Elizeu Cardoso e Regiane Araújo; e por último, Anastácia Lia e Neto Peperi serão recebidos pelo Choro da Tralha, formado por João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Gabriela Flor (pandeiro) e Gustavo Belan (cavaquinho).

Os grupos – O Quarteto Crivador, que leva o nome de um dos tambores da parelha do tambor de crioula, e o Caçoeira, nome de um instrumento de pesca, têm em seu DNA musical a mescla do choro com gêneros da cultura popular do Maranhão. O Choro da Tralha formou-se para tocar no sebo e botequim homônimo, recentemente fechado, temporariamente, em razão da pandemia. Apresentava-se aos domingos, mas acabou conquistando outros palcos. Sua sonoridade e formação remetem aos primeiros regionais surgidos no Brasil.

Os convidados – Homens e mulheres de gerações distintas e enorme talento, conheça um pouco do perfil dos artistas convidados das lives de RicoChoro ComVida em 2020.

Dicy iniciou sua trajetória musical cantando na igreja, na infância. Integrou o trio vocal Flor de Cactus, que acompanhou Wilson Zara na noite imperatrizense. Artista engajada, tem um disco solo gravado, “Rosa semba”.

Josias Sobrinho é um dos grandes mestres da música popular brasileira produzida no Maranhão. Figurou no repertório do antológico “Bandeira de aço” (Discos Marcus Pereira, 1978), lançado por Papete, considerado um divisor de águas da música produzida por aqui.

Elizeu Cardoso é um artista plural: professor de geografia, escritor, locutor e programador de uma webrádio, o cantor e compositor é dos artistas que melhor faz a ponte entre a música popular produzida no Maranhão e as raízes ancestrais africanas.

Regiane Araújo tem formação em Ciências Sociais e é uma artista que dá voz a denúncias sociais. Participou do Festival BR-135 e recentemente foi selecionada pelo Conecta Música para a produção de um videoclipe. O videoclipe de sua música “Tirem as cercas” é sucesso de público e crítica.

Anastácia Lia é um dos grandes talentos de sua geração, transitando com desenvoltura por diversas vertentes musicais. Nasceu em berço musical, sendo descendente de fundadores da Turma do Quinto. Atualmente é intérprete da Favela do Samba e uma das organizadoras do anual Encontro Nacional de Mulheres na Roda de Samba. Artista engajada, tem na música um instrumento de combate ao racismo e outras formas de discriminação.

Neto Peperi é ex-vocalista e cavaquinhista do grupo Espinha de Bacalhau, lendário nas noites de São Luís. Cantor e compositor inspirado é um dos mais talentosos representantes do gênero que por aqui consagrou nomes como Cristóvão Alô Brasil, Cesar Teixeira e Zé Pivó, entre outros que costuma incluir em seu repertório.

Live solidária celebra Dia Nacional dos Bancários em São Luís

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Com transmissão pelo youtube e TV Guará, a data comemorativa terá apresentações do Quarteto Crivador, Chico Chinês e Serrinha do Maranhão (do Samba de Iaiá) e Tom Cléber

Entre o final de 2018 e início de 2019 o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Maranhão (Seeb/MA), popularmente conhecido como Sindicato dos Bancários, aprofundou a incorporação da dimensão cultural às lutas travadas cotidianamente pela categoria. Nascia assim, à época, o projeto RicoChoroComVida Pra Luta, que levou ao palco de sua sede social (Av. Gal. Arthur Carvalho, 3.000, Turu), diversos nomes da música instrumental e da música popular produzida no Maranhão, que por motivos de força maior, estacionou em apenas uma temporada.

Revivendo aquele momento, importante para a categoria, para a classe artística e para a sociedade em geral, é nesse clima que será comemorado o Dia Nacional dos Bancários no Maranhão. O estúdio da TV Guará (canal 23 na tevê aberta) receberá, no próximo dia 29 de agosto (sábado), às 20h, um sarau musical em formato de live, como recomendam o bom senso e os cuidados com a saúde e segurança de todos em tempos de pandemia – cantores, instrumentistas, profissionais envolvidos, a categoria homenageada e o público em geral.

O sarau musical seguirá o modelo estabelecido pelos projetos RicoChoroComVida na Praça e Pra Luta, com uma formação instrumental abrindo a noite e depois acompanhando importantes nomes de nossa música popular. A transmissão será ao vivo – a partir do estúdio da TV Guará, sem a presença de público – pelo canal do sindicato no youtube e pela TV Guará, simultaneamente e com tradução em Libras, garantindo a acessibilidade cultural. A produção é de RicoChoro Produções Culturais. A live terá apresentação de Ricarte Almeida Santos.

O anfitrião da noite festiva será o Quarteto Crivador, formado por Rui Mário (sanfona), Marquinho Carcará (percuteria), Luiz Jr. Maranhão (violão sete cordas) e Robertinho Chinês (bandolim e cavaquinho). O grupo ganha o reforço dos percussionistas Marcos Paulo e Vinicius Filho, para abrilhantar ainda mais a festa.

Os convidados do Crivador serão os cantores Serrinha e Chico Chinês (do Samba de Iaiá) e Tom Cléber (foto), numa noite que promete, no cardápio musical, o melhor do choro, do samba e da música popular brasileira.

O Quarteto Crivador. Foto: divulgação
O Quarteto Crivador. Foto: divulgação

Atrações – Crivador é o nome de um dos três tambores da parelha do tambor de crioula. O nome foi escolhido pela característica do grupo, de mesclar o choro e outras vertentes da música instrumental brasileira a ritmos da cultura popular do Maranhão. Originalmente o quarteto tem o bandolinista Wendell de la Salles em sua formação.

O cantor Tom Cleber. Foto: divulgação
O cantor Tom Cleber. Foto: divulgação

Tom Cléber – Nascido em São João dos Patos, no interior do Maranhão, o ídolo romântico Tom Cléber está acostumado a grandes plateias, vendagens consideráveis de discos e hits de rádio, no Maranhão e fora dele, entre releituras de clássicos populares e composições autorais.

O cantor Serrinha do Maranhão. Foto: divulgação
O cantor Serrinha do Maranhão. Foto: divulgação

Serrinha – Serrinha do Maranhão fez fama na década de 1990, a partir da Madre Deus, à frente do grupo Serrinha e Companhia, muito requisitado nas rodas de samba e pagode da ilha. Gravou o disco “Na palma da mão”, contando com a participação especial do sambista Jorge Aragão, autor de “Uns e alguns”, faixa de abertura do disco, cujo refrão acabou intitulando o trabalho, que conta com as participações especiais do Regional Tira-Teima e Zeca do Cavaco, que empresta sua voz ao clássico “Das cinzas à paixão”, de Cesar Teixeira.

O cantor e percussionista Chico Chinês. Foto: divulgação
O cantor e percussionista Chico Chinês. Foto: divulgação

Chico Chinês – Os olhos puxados deram a ele o apelido de Chinês, com que ficou conhecido nas rodas de samba da capital maranhense, principalmente como integrante do grupo Espinha de Bacalhau. O percussionista é pai do bandolinista e cavaquinhista Robertinho Chinês.

Festa solidária – “Sem dúvida, será um show de atrações e de solidariedade. Em razão da pandemia, pela primeira vez a festa será online, mas a animação e qualidade de sempre estarão presentes, ainda mais com esse objetivo de ajudar o próximo e preservar vidas. Bancários, bancárias e a sociedade em geral, prestigiem!”, convidou o Presidente do Seeb/MA Eloy Natan. A live tem caráter solidário e a arrecadação será destinada ao Instituto Antonio Brunno, de apoio a pacientes com câncer. Haverá sorteio de brindes para bancários em dia com suas obrigações sindicais.

Dia dos Bancários – O Dia Nacional dos Bancários é celebrado em 28 de agosto desde 1951. A data foi escolhida após uma grande assembleia da categoria, que reivindicava aumento salarial após 69 dias de paralisação – uma das mais longas e vitoriosas da história.

Serviço

O quê: live/sarau musical em comemoração ao Dia Nacional dos Bancários
Quem: Quarteto Crivador, Chico Chinês e Serrinha do Maranhão (do Samba de Iaiá) e Tom Cléber
Quando: dia 29 de agosto (sábado), às 20h
Onde: transmissão pelo canal do Seeb/MA no youtube e pela TV Guará (canal 23 da tevê aberta)
Quanto: evento gratuito e online. As doações arrecadadas serão destinadas ao Instituto Antonio Brunno.

Espetáculo “Todo camburão tem um pouco de navio negreiro” terá quatro apresentações em São Luís

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Circulação do grupo cearense Nóis de Teatro tem patrocínio da Petrobras e acontece de 6 a 9 de dezembro em praças da capital. Apresentações têm tradução simultânea em Libras.

Foto: Luiz Alves

Foto: Luiz Alves

Foto: Augusto Oliveira

Foto: Augusto Oliveira

A discussão sobre a criminalização e perseguição da juventude negra nas periferias brasileiras dá o tom do espetáculo “Todo camburão tem um pouco de navio negreiro”, com que o grupo Nóis de Teatro, de Fortaleza/CE, circula por São Luís, com quatro apresentações gratuitas em praças da capital maranhense. A circulação tem patrocínio da Petrobras e Ministério da Cultura/ Governo Federal. As apresentações têm tradução simultânea em Libras.

O espetáculo é dividido em três atos e conta a história de Natanael, uma espécie de anti-herói nascido na periferia, inserido num brutal sistema de opressão e violência, realidade comum a muitos brasileiros, que, aos 18 anos, resolve ingressar nas fileiras da polícia militar. Este ator-narrador é o grande foco de “Todo camburão tem um pouco de navio negreiro” e sua dramaturgia épica, algo como uma “tragédia afro”, é cerzida por elementos alegóricos e representativos do movimento negro no Brasil e no mundo, além de diversas referências à mitologia dos orixás.

A montagem do espetáculo do Nóis de Teatro se baseia em visitas realizadas a comunidades quilombolas do Ceará e do Maranhão, além de terreiros de umbanda e candomblé, e dialogando com movimentos sociais que pautam questões da população negra. O grupo tem sede na periferia da capital cearense, na Comunidade de Granja Lisboa, Território de Paz do Grande Bom Jardim.

Trajetória – Com 16 anos de fundação, o grupo Nóis de Teatro tem construído uma ação continuada no que diz respeito à circulação de espetáculos, oferta de cursos, intercâmbios e oficinas de teatro e percussão, contribuindo de forma significativa para a formação de plateia, incentivando crianças e jovens ao fazer artístico e à reflexão, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e menos violenta.

“Todo camburão tem um pouco de navio negreiro” venceu o Prêmio Funarte de Arte Negra, o que garantiu o trabalho de pesquisa, construção e montagem do espetáculo. Dirigida por Murilo Ramos, a peça tem concepção geral, dramaturgia e assistência de direção de Altemar Di Monteiro, que também integra o elenco, que se completa com Jefferson Saldanha, Doroteia Ferreira, Kelly Enne Saldanha, Henrique Gonzaga, Amanda Freire e Maurício Rodrigues. A produção local é de Andressa Cabral, da Mará Cult Produções.

Serviço

Em São Luís, o espetáculo será apresentado dias 6 (Praça Nauro Machado, Praia Grande), 7 (Praça dos Catraieiros, Casa do Maranhão, Praia Grande), 8 (Praça da Ressurreição, Anjo da Guarda) e 9 de dezembro (Largo do Desterro), sempre às 19h. Todas as apresentações são gratuitas. Dias 6 e 7 de dezembro, das 9h às 13h, o grupo realiza uma oficina para artistas da cidade, no Teatro Itapicuraíba (Anjo da Guarda). Dia 8, no mesmo local e horário, acontece um encontro com um grupo local, para intercâmbio e oficina.

FICHA TÉCNICA

Coordenação Geral – Altemar Di Monteiro
Direção ­– Murillo Ramos
Dramaturgia e Assistência de Direção – Altemar Di Monteiro
Elenco – Doroteia Ferreira, Kelly Enne Saldanha, Altemar Di Monteiro, Henrique Gonzaga, Amanda Freire, Carlos Magno Rodrigues e Maurício Rodrigues
Contrarregragem – Bruno Sodré, Nayana Santos e Edna Freire
Cenografia – Jefferson Saldanha
Figurino ­– Miguel Campelo
Bonecos – Carlos César
Adereços – Pádua Oliveira
Maquiagem – Kelly Enne Saldanha
Preparação Vocal – Danilo Souto
Preparação Canto – Juliana Veras
Produção – Nóis de Teatro

Joãozinho Ribeiro encerra temporada na Feira da Tralha

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Apresentação do compositor marca encerramento da temporada Milhões de Uns, de lançamento do cd homônimo

Joãozinho Ribeiro durante apresentação da temporada Milhões de Uns. Foto: Ton Bezerra
Joãozinho Ribeiro durante apresentação da temporada Milhões de Uns. Foto: Ton Bezerra

 

O compositor Joãozinho Ribeiro encerra a temporada Milhões de Uns, de lançamento de seu disco de estreia, homônimo, com show amanhã (27), às 19h30min, na Praça dos Catraieiros (Praia Grande). A apresentação integra a programação cultural da Feira da Tralha, evento organizado pelos Sebos Nas Canelas e Educare. A entrada é franca.

A ocupação cultural da praça ao lado da Casa do Maranhão tem como objetivos, segundo seus organizadores, contribuir para a revitalização da Praia Grande, prolongar a vida útil de uma série de objetos, gerar trabalho e renda para trabalhadores do segmento da economia criativa, além do comércio em si, de cds, dvds, vinis, livros usados, objetos de antiquário, artesanato, artigos de coleções, instrumentos musicais e equipamentos eletrônicos, entre outros.

A Feira da Tralha acontece todas as quintas e sextas, das 16h às 21h. As sextas, conta com a apresentação do Regional Deu Branco, um dos mais jovens grupamentos de choro de São Luís, formado por Bernardino Júnior (bandolim), Cleiton Canhoto (violão sete cordas), Dudu Lima (cavaquinho solo), Erivan Nery (flauta), Jamil Cartágenes (cavaquinho centro) e Valderson de Abreu (percussão).

Nesta sexta (27), o grupo abrirá o show Milhões de Uns, de Joãozinho Ribeiro, com a participação especial do duo Criolina (Alê Muniz e Luciana Simões). Ele e os convidados serão acompanhados por Arlindo Carvalho (percussão), Arlindo Pipiu (contrabaixo), Danilo Santos (saxofone e flauta), Hugo Carafunim (trompete e flugel), Luiz Jr. (violão sete cordas), Robertinho Chinês (bandolim e cavaquinho) e Wanderson (percussão).

“É um prazer e um luxo poder contar com a participação do Criolina. Alê Muniz é um parceiro de longa data, e ao lado da Luciana forma um dos maiores acontecimentos da música produzida no Maranhão recentemente. Interessante também é poder contar com a presença da rapaziada do Deu Branco, valorosos garotos levando adiante o estandarte do choro”, afirmou o compositor.

Ele antecipa um balanço de 2015 e alguns projetos para 2016. “Este ano busquei conciliar a agenda de trabalho profissional com a profissão de fé da criação artística, dedicando-o a diversas apresentações, em vários palcos da cidade, ao lançamento do cd, registro que já era bastante cobrado por amigos e admiradores de nosso trabalho. Para ano que vem pretendo trabalhar no lançamento do segundo volume, além de lançar um segundo livro”, afirmou Joãozinho, que é funcionário público federal e professor universitário.

Autor de mais de 100 músicas, Joãozinho Ribeiro é um dos compositores mais gravados do Maranhão, tendo o nome em discos de artistas como Alê Muniz, Anna Cláudia, Célia Maria, Glad, Josias Sobrinho, Lena Machado e Rosa Reis. Em 2006 publicou Paisagem feita de tempo, livro-poema escrito em 1985. Milhões de Uns – vol. 1 é seu primeiro disco. Gravado ao vivo em duas noites no Teatro Arthur Azevedo, conta com as participações especiais de Alê Muniz, Célia Maria, Chico César, Chico Saldanha, Lena Machado, Milla Camões e Zeca Baleiro. Para o volume, Elba Ramalho gravou Asas da paixão em estúdio.

Flávia Bittencourt é a convidada da penúltima edição de RicoChoro ComVida

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Quinta edição do projeto terá ainda Quarteto Instrumental e Paulo do Vale

O talento e o carisma de Flávia Bittencourt. Foto: João Rocha
O talento e o carisma de Flávia Bittencourt. Foto: João Rocha

 

A penúltima edição do projeto RicoChoro ComVida em 2015 acontece amanhã (21), às 18h, no Bar e Restaurante Barulhinho Bom (Rua da Palma, 217, Praia Grande). A noite terá como atrações o pesquisador Paulo do Vale – que prefere não ser chamado de dj –, o Quarteto Instrumental e a cantora Flávia Bittencourt.

“Para nós é uma honra poder contar com a presença de Flávia Bittencourt no palco do RicoChoro ComVida, ela que é hoje uma cantora nacionalmente reconhecida, mas que nunca esqueceu de suas raízes, sempre reverenciando os mestres da música popular produzida no Maranhão”, declarou Ricarte Almeida Santos, produtor do projeto.

A cantora tem três discos lançados: Sentido (2005), Todo Domingos (2009) e No Movimento (2014). O primeiro reuniu, entre os compositores gravados por ela, Josias Sobrinho [Terra de Noel, incluída na trilha sonora da novela global América], Cesar Teixeira [Dolores e Flor do Mal, com participação especial de Renato Braz], Chico Maranhão [Ponto de Fuga e Vassourinha Meaçaba], Zeca Baleiro [Berê] e Martinho da Vila [Ex-amor, com trecho em castelhano vertido por Natalia Mallo], entre outros; o segundo é dedicado ao repertório de Dominguinhos, que havia feito uma participação especial com sua sanfona no disco de estreia da artista; no mais recente, ela deixou aflorar sua veia de compositora, além de registrar gravações para projetos especiais, caso da versão voz e violão para Mar de rosas [versão de Rossini Pinto para Rose Garden, de Joe South], hit dos Fevers, e a gravação de Parangolé (Cesar Teixeira) com participação especial de Zeca Baleiro.

O Quarteto Instrumental reuniu-se especialmente para recebê-la no palco do Barulhinho Bom. João Neto (flauta), Luiz Cláudio (percussão), Luiz Jr. (violão sete cordas) e Robertinho Chinês (bandolim e cavaquinho) prometem um repertório de choro com uma pegada vibrante, mesclando clássicos do gênero a células da cultura popular do Maranhão, além de números autorais. No primeiro time, nomes como Severino Araújo, Ernesto Nazareth, Pixinguinha e Jacob do Bandolim, entre outros.

“São quatro dos mais requisitados músicos da cena musical maranhense, não apenas a chorística. Luiz Jr., por exemplo, esteve recentemente acompanhando a compositora Patativa, no lançamento de seu disco no Sesc Pompeia, em São Paulo”, atesta Ricarte.

Com atuação profissional em fotografia e cinema, campos em que seu talento é largamente reconhecido, não é comum ver Paulo do Vale atuar como dj, título que ele rejeita, em respeito aos profissionais da área. Ao projeto RicoChoro ComVida ele abre uma exceção e, antes e depois das apresentações do Quarteto Instrumental e Flávia Bittencourt, mostrará ao público o fruto de suas pesquisas e coleção.

Produção de RicoMar Produções Artísticas, RicoChoro ComVida tem patrocínio da Fundação Municipal de Cultura (Func), Gabinete do Deputado Bira do Pindaré, TVN e Galeteria Ilha Super, e apoio do Restaurante Barulhinho Bom, Calado e Corrêa Advogados Associados, Sonora Studio, Clube do Choro do Maranhão, Gráfica Dunas, Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt e Musika S.A. Produções Artísticas.

Serviço

O quê: RicoChoro ComVida – 5ª. Edição.
Quem: Quarteto Instrumental, Flávia Bittencourt e Paulo do Vale.
Quando: dia 21 de novembro (sábado), às 18h.
Onde: Barulhinho Bom (Rua da Palma, 217, Praia Grande).
Quanto: R$ 30,00 (reserva de mesas pelo telefone (98) 988265617).

Turnê Andarilho Parador, de Djalma Chaves e Nosly, começa por Imperatriz/MA

[release]

Show acontece sábado (14) no Imperial Shopping. Além do município maranhense, músicos percorrerão cinco capitais brasileiras: Teresina, São Luís, Belém, Brasília e Fortaleza

Foto: Fafá Lago
Foto: Fafá Lago

 

A expressão Andarilho Parador carrega em si aparente contradição. Trata-se da junção dos títulos dos mais recentes discos de Djalma Chaves e Nosly, Andarilho e Parador, respectivamente. Com o show, os músicos percorrerão seis cidades brasileiras em novembro e dezembro, lançando os trabalhos.

A turnê começa por Imperatriz/MA, no próximo sábado (14). Lá a apresentação acontece às 19h30, no Imperial Shopping (BR 010, s/n°., Jardim São Luís), com participações especiais de Karleyby Allanda e Lena Garcia, cantoras da cena local.

“Sou um andarilho por natureza, sempre o fui. Meu trabalho foi forjado nas andanças pelos palcos do mundo. Porém, todo andarilho tem sua parada para o descanso e nada melhor do que as harmonias e canções e a companhia de meu parceiro Nosly para tirar uma “siesta””, comentou Djalma Chaves sobre a apenas aparente contradição.

Como também atesta Nosly: “A contradição, se existe, é mesmo aparente [risos]. Andarilho, um ser que anda; parador, ser que viaja no trem Parador, que liga a estação Central do Brasil à Zona Norte do Rio [de Janeiro]. Ambos estão em movimento, moto contínuo [risos]. A gente achou muito legal essa coisa do antagonismo das palavras, daí deu a liga, os opostos se atraem, não é mesmo?”, revelou.

Recentemente os dois realizaram diversas apresentações em São Luís no projeto Djalma e Nosly Convidam, sempre com convidados especiais. A dupla já conta seis shows realizados no formato. “Esse convívio musical tem nos ajudado a alinhavar o repertório que apresentaremos em cinco capitais brasileiras, além da cidade de Imperatriz. Em São Luís investimos na formação de plateia para música de qualidade, sempre convidando algum nome de destaque da cena cultural local, o que continua fazendo parte desse encontro musical”, explicou Nosly. “Estes shows serviram como aprendizado e entrosamento com a banda que nos acompanhará na turnê”, concordou Djalma.

E que banda! Nosly (voz, violão e guitarra) e Djalma Chaves (voz e violão) serão acompanhados por Murilo Rego (teclados), Sued (guitarra), Mauro Travincas (contrabaixo) e Fleming (bateria).

O repertório de Andarilho Parador é baseado no dos dois discos que dão nome ao espetáculo. Além de composições de Nosly e Djalma Chaves, há espaço para reverências a artistas admirados por eles. No primeiro bloco estão músicas como Aldeia (Nosly e Celso Borges) e Santo milagreiro (Djalma Chaves e César Roberto); no segundo, I’ll be over you, sucesso da banda Toto, e Gata e leoa (Jorge Macau), já gravadas por Nosly e Djalma Chaves, respectivamente, entre outras.

A turnê tem patrocínio da Companhia Energética do Maranhão (Cemar), através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Além de Imperatriz, o show Andarilho Parador será apresentado ainda em Teresina/PI, São Luís/MA, Belém/PA, Brasília/DF e Fortaleza/CE. Em todas as apresentações os ingressos serão trocados por um quilo de alimento não perecível, que serão doados a instituições de caridade locais.

Choro em dose dupla – ou quádrupla

[remix dum release já distribuído]

RicoChoro ComVida terá duas edições extras, na mesma noite, dentro da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Maranhão. Apresentações de Chorando Callado, Regional Tira-Teima, Anna Cláudia e Luciana Simões são gratuitas e acontecem na Praça Maria Aragão

Apreciadores de boa música nunca estão satisfeitos com o dito popular “tudo o que é bom dura pouco”. Frequentadores assíduos de RicoChoro ComVida sempre reclamam: ou a festa mensal é curta; ou deveria ser semanal. Por outro lado, reconhecem a importância do projeto, nos moldes do saudoso Clube do Choro Recebe, então semanal, no Bar e Restaurante Chico Canhoto, com breves passagens pela Pousada Portas da Amazônia/ La Pizzeria, na Praia Grande, e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), no Calhau.

A este coro de mais ou menos descontentes, um motivo de alegria está agendado para a semana que se inicia: amanhã (20), às 20h, de graça, na Praça Maria Aragão, nada menos que dois shows – ou melhor, quatro – poderão ser presenciados, sob produção de Ricarte Almeida Santos, na programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Maranhão – que acontece entre os dias 19 a 25 de outubro –, evento promovido pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, pasta cujo titular é Bira do Pindaré (PSB).

A noite desta terça (20) terá nada menos que o retorno do Chorando Callado – um dos grupos surgidos por ocasião do Clube do Choro Recebe, celebrando 10 anos de estrada – e o Regional Tira-Teima, mais antigo grupamento de choro em atividade no Maranhão, prestes a lançar seu disco de estreia. Os grupos receberão, respectivamente, as cantoras Anna Cláudia – com disco novo pronto, a ser lançado em breve – e Luciana Simões (do duo Criolina), com repertório baseado em Dalva de Oliveira (1917-1972), Carmen Miranda (1909-1955) e Noel Rosa (1910-1937).

O Regional Chorando Callado – cujo nome homenageia Joaquim Antonio Silva Callado, considerado um dos pais do choro – é formado por Wendell Cosme (bandolim e cavaquinho), Wanderson Silva (percussão), João Eudes (violão sete cordas) e Lee Fan (flauta e saxofone). O Tira-Teima – batizado por um choro de Ubiratan Sousa, um de seus fundadores, ainda na década de 1970 – é atualmente integrado por Paulo Trabulsi (cavaquinho solo), Zeca do Cavaco (voz e cavaquinho centro), Luiz Jr. (violão sete cordas), Zé Carlos (voz e percussão), Serra de Almeida (flauta) e Henrique (percussão).

Wendell Cosme revela a alegria em participar do projeto: “Estamos felizes em participar do RicoChoro ComVida. A gente já estava conversando há algum tempo e, na verdade, nós estamos comemorando os 10 anos de Chorando Callado. Parece que o Ricarte adivinhou. Estamos com o projeto de um show e da gravação de um disco para festejar essa data. Será um grande prazer começar essa comemoração acompanhado a Anna Cláudia”, revelou.

Wanderson também revela empolgação em participar do projeto e admiração por Anna Cláudia: “Nós estamos todos felizes com o convite, [Anna Cláudia] é uma cantora que tem um perfil que se encaixa com o Chorando Callado, bem alegre, extrovertida e profissional, assim como nossa maneira de fazer música”, declarou.

O violonista João Eudes reforça a importância das amizades para a consolidação do grupo: “É uma sensação prazerosa, esta reunião é uma relação de amizades concretas e sinceras que só o tempo constrói. Acompanhar Anna Cláudia é uma emoção: além de uma grande amiga, sua voz e afinação são impecáveis”, elogiou.

A cantora Anna Cláudia durante canja em edição do projeto RicoChoro ComVida. Foto: Rivanio Almeida Santos
A cantora Anna Cláudia durante canja em edição do projeto RicoChoro ComVida. Foto: Rivanio Almeida Santos

 

A paraense, há muito radicada no Maranhão, por seu lado, devolve o entusiasmo e antecipa um pouco do que será sua apresentação: “Participar desse projeto é uma honra. O repertório é todo formado por músicas de compositores maranhenses”, contou, antecipando nomes como Djalma Chaves, Gerude, Nosly, Ronald Pinheiro e Zeca Baleiro entre os autores que gravou em Bons ventos, segundo disco de sua carreira, cujo lançamento oficial arquiteta para breve.

O violonista Luiz Jr. já vinha há algum tempo substituindo Francisco Solano [violão sete cordas] em apresentações do Regional Tira-Teima no Hotel Brisamar [em cujo terraço o grupo toca às sextas-feiras] e em outros projetos do grupo. “Pra mim é uma honra, um prazer, integrar um grupo que conheço desde a época em que eu frequentava a roda de choro no Monte Castelo, Bateau Mouche [apelido do bar que abrigava o encontro]. Eu era criança, estava começando, mal tocava violão, na verdade eu não tocava nada, e já acompanhava esse grupo desde aquela época, com a presença de Zé Hemetério e grandes chorões de São Luís e do estado do Maranhão”, lembrou.

“Isso [sua presença efetiva no grupo] vai reforçar mais minha afirmação em relação ao [violão] sete cordas, meu estudo do sete cordas, diariamente ensaiando com Paulo [Trabulsi, cavaquinista do grupo]. Esse grupo é referência em relação ao choro, não só no estado, mas no Brasil, pelo trabalho de pesquisa em relação aos autores maranhenses, está com novos projetos, disco que está vindo, preparando uma turnê para tocar em outros estados, esse grupo vai chamar muita atenção país afora e espero que cresça muito mais”, adiantou.

Sobre a participação na edição extra de RicoChoro ComVida, garantiu: “esse show vai ser interessante, com a Luciana Simões, grande intérprete da música brasileira, já reconhecida em São Paulo e outros eixos. Pra gente vai ser muito interessante, contemplando o ambiente muito agradável da Praça Maria Aragão, aquela beleza de visual da ponte, da lua, de Gonçalves Dias, que é outra fonte de inspiração. Quem for vai gostar muito. A alegria e a felicidade são maiores ainda em saber que o projeto RicoChoro ComVida, tão necessário, está se expandindo”.

A cantora Luciana Simões. Foto: Renan Perobelli
A cantora Luciana Simões. Foto: Renan Perobelli

 

Luciana Simões, que também cantará nomes como Lupicínio Rodrigues (1914-1974), Humberto Teixeira (1915-1979), Lopes Bogéa (1926-2004) e Cesária Évora (1941-2011), ressalta a importância do projeto e a honra em participar desta edição: “fiquei muito feliz com o convite. Sinto-me honrada em fazer parte deste projeto único, de extrema importância para a cidade, tanto para o público apreciar essa música preciosa que é o chorinho, quanto para o músico tocar esse repertório e incentivar outros projetos que já existem, como é o caso do próprio Tira-Teima”, afirmou.

E reafirmou: “para mim é uma honra ser acompanhada por estes músicos, por quem tenho o máximo respeito. Ao ser convidada fui logo reouvir umas músicas de que gosto muito, nas grandes vozes da era de ouro do rádio”. Luciana anunciou ainda a participação especial do marido, Alê Muniz, durante sua apresentação: “ele canta uma ou duas comigo”, antecipou.

Para o produtor Ricarte Almeida Santos “a importância da presença do projeto RicoChoro ComVida, com essas atrações e encontros de artistas de linguagens diversas, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, se dá pela compreensão de que a prática da arte, da música, é uma importante dimensão da produção de saberes e técnicas distintas e, portanto,  de trocas de informações, de influências e de culturas. Portanto espaço da produção de novos conhecimentos e de reinvenção das identidades”, declarou.

Serviço

O quê: edição especial de RicoChoro ComVida
Quem: Regionais Chorando Callado e Tira-Teima, Anna Cláudia e Luciana Simões
Quando: dia 20 de outubro (terça-feira), às 20h, na programação cultural da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Maranhão
Onde: Praça Maria Aragão (Centro)
Quanto: grátis