Floresta na selva de aço e concreto

De sangue e alma maranhenses, a cantora Ligiana Costa lança amanhã e domingo seu segundo disco, Floresta, em São Paulo.

O álbum, cujo título homenageia sua avó, dona Floresta, é impregnado de Maranhão: do título a Sousândrade, passando por seu pai, o jornalista maranhense Celso Araújo, radicado em Brasília, que musicou àquele, os rios Corda e Mearim, título de outra faixa, e ainda a regravação de Boi de Catirina, de Ronaldo Mota, originalmente registrada no antológico Bandeira de aço, divisor de águas da música do Maranhão que completou 35 anos neste 2013.

A paulistas e turistas, e principalmente à colônia maranhense por aí, recomendo fortemente. O disco você baixa aqui. E aqui lê entrevista que a talentosa moça me concedeu.

Autor: Zema Ribeiro

Homem de vícios antigos, ainda compra livros, discos e jornais. Pai do José Antonio. Apresenta o Balaio Cultural (com Gisa Franco, aos sábados, das 13h às 15h, na Rádio Timbira AM). Coautor de "Chorografia do Maranhão" (Pitomba!, 2018) e autor de "Penúltima página: Cultura no Vias de Fato" (Passagens, 2020). Antifascista.

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