Entrevista

Você se definia um “quase jornalista”, por quê? Porque me falta apenas o diploma pra formalizar, mas trabalho na área há cerca de dez anos. Eu comecei no jornalismo a partir da boemia. Ia ao barzinho ver um amigo fazendo voz e violão. Daí o bar não enchia. Eu me perguntava: uma divulgação maior não ajudaria? Então comecei a redigir notinhas, achava os e-mails nos expedientes dos jornais, comecei a enviar, as notinhas começaram a ser publicadas nas agendas culturais. Depois havia determinado assunto que me chateava, eu mandava cartas pras redações, que também começaram a ser publicadas. Depois eu ia a shows, escrevia uma resenha pós-show, saía. Depois entrei na Faculdade, pouco depois abri o blogue. Aí não parei mais.

Agora, após o episódio das eleições 2010, você passou a se definir em três palavras: “carne, cerveja e indignação”, por quê? Gosto de carne e cerveja e isso representa boa parte da minha composição física. Já a indignação se dá pelo resultado das eleições, mas não só. A indignação e a preguiça movem o homem.

Por que escrever em um blogue? Criei para ter a possibilidade de escrever sobre um livro que li, um disco que ouvi e achei interessante, a vontade de compartilhar com outras pessoas, dialogar com o público, o que um jornal, ou outra mídia, de certa forma não me possibilita. A proposta do blogue é apresentar o que é novo, o diferente, não pautar aquilo que é comum e que os jornais fazem. É, por exemplo, falar de um filme que não ‘tá no circuito comercial dos cinemas.

Quanto tempo como blogueiro? Seis anos e meio, quatro anos no atual endereço, o zemaribeiro.blogspot.com. Meu primeiro blogue também foi no blogspot, o endereço shoppingbrasil.blogspot.com. Nesse tempo a plataforma era em inglês, eu sou monoglota, tinha dificuldade em usar os recursos como links, colocar vídeos. Eu só conseguia escrever e publicar. Aí fui para o zip, que é do UOL, o blogue manteve o nome, mas o endereço era olhodeboi.zip.net. Só que no UOL é disponibilizado um número determinado de caracteres por postagem, então escrever textos longos era bem complicado, tinha que dividir os textos em partes, publicar a última parte primeiro e a primeira parte por último pro texto ficar na sequência, era bem chato. Então resolvi voltar pro blogspot, por que é do Google, e o Google quanto mais tu usa, mais teu espaço cresce, meu e-mail é gmail, eu só tenho esse e-mail, então me facilita muito. O blogspot me disponibiliza vários recursos, eu é que não sei bem como operá-los.

Já trabalhou ou trabalha em outras mídias? Sim, sempre atuei em assessorias, trabalho com assessor de comunicação da Cáritas Brasileira Regional Maranhão há quatro anos, já fui colaborador para jornais, escrevi matérias independentes para jornais e há cerca de um mês sou editor da página de Cultura do jornal O Debate [as coisas mudaram entre a entrevista e sua publicação aqui: continuo na Cáritas (ok, isso não mudou), mas deixei O Debate e voltei à assessoria de comunicação da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos].

Qual a diferença entre teu trabalho no blogue, para teu trabalho no O Debate, ou na Cáritas? Na Cáritas o trabalho é de uma assessoria normal, mas com certo grau de dificuldade por que a gente trabalha com direitos humanos e conseguir espaços para essas pautas na mídia é bem difícil, mas temos conseguido furar os bloqueios na base da amizade. N’O Debate eu trabalho com a agenda pública, com o que ‘tá acontecendo para tentar cobrir esses eventos. Eu tenho a preocupação também de não só copiar e colar a programação do cinema, por exemplo, mas agente faz, claro. Às vezes acontecem falhas por conta da falta de estrutura, de equipe, de condições. No blogue meu trabalho é mais livre, embora eu tenha compromisso com o leitor. O blogue é pessoal, um espaço que busca satisfazer uma necessidade minha e acabei caindo no vício de querer escrever todo dia, pois sei que alguém vai passar e ler uma opinião minha sobre determinado assunto, vai querer uma dica pra saber onde se divertir à noite. É um espaço, por exemplo, onde eu posso publicar uma receita que minha esposa fez, posso postar um vídeo engraçado que um amigo enviou, uma opinião sobre política. O blogue tem esse caráter mais livre.

Você reproduz teus textos produzidos para O Debate no blogue, por quê? O que sai n’O Debate eu procuro reproduzir no blogue, aviso o leitor que é reprodução, porque tem gente que lê o blogue e não lê O Debate e vice-versa.

Qual é teu critério de reprodução de conteúdos de outras fontes em teu blogue? Eu procuro evitar reproduzir no blogue releases, quando faço freela [trabalho como free lancer] de algum show eu reproduzo em outro blogue que tenho específico para isso, o Ponte Aérea São Luís, tem um link para ele no Zema Ribeiro. Agora quando é matéria de interesse público, bem elaborada eu publico e coloco a fonte. Já aconteceu de eu fazer matérias jornalísticas para outros jornais e publicar no blogue [o blogue acaba funcionando como uma espécie de auto-clipping].

O blogue te rende dinheiro? Não. Às vezes eu gasto dinheiro com o blogue. Por exemplo, eu gosto de um livro e quero escrever sobre, mas não consigo com a editora, nem com o autor, acabo que compro livro. Já gastei muito dinheiro com livros, discos e shows, mas não é uma coisa que me preocupa, o jornalista e o assessor pagam o trabalho do blogueiro. Ah, o link do Pesca Preço é um link pago, recebi cem reais para mantê-lo ali por um ano, valor irrisório, menos de dez reais por mês, mas como era só um link, não custava. Enfim, o contrato acaba em novembro próximo. Se eles quiserem renovar, mantenho o link [‘cês perceberam que sumiu, né?].

Dá prazer? É só o que dá, prazer. É poder escrever sobre discos e livros e produtos culturais que muitas vezes a população não sabe, ou não tem acesso.

Você se considera um blogueiro bem sucedido? Bem sucedido não sei, acho que estou cumprindo um pouco do papel de divulgar o que não tem espaço em outros meios. Eu fico muito feliz quando recebo elogios de ex-professores meus, eles pedem para eu terminar logo, pegar o diploma, formalizar aquilo que eu já faço tão bem [palavras deles/as], ou alguém que me diz que foi a um determinado show por que leu no meu blogue e gostou muito.

Já pensou em desistir do blogue? Não. O blogue não me toma muito tempo e é uma atividade da qual eu gosto muito. Já pensei em dar um tempo pra monografia, mas não é meu plano parar de blogar.

Na tua opinião por que política é o tema mais comum nos blogues de jornalistas? Acontece que quem faz blogue tem interesses, faz um blogue pra falar bem de A e desagradar B. A cada momento ‘tá de um lado, eu considero um exercício bem feio.

Com teu trabalho no blogue portas se abriram? Em 2006 eu fui convidado por Itevaldo Júnior para ser correspondente do Overmundo aqui no Maranhão. Ele na época não poderia mais assumir a função e credito isso à minha prática de fazer jornalismo no blogue. Eu consegui publicar em uma revista francesa um texto sobre São Luís numa revista chamada Brazuca, texto em português e em francês [distribuída gratuitamente na França, a revista tem edição bilíngue].

A escolha do layout simples por quê? O template do blogue é do blogspot. É simples por isso e está no formato antigo do blogspot, já pensei em mudar umas coisas sim no blogue, a questão de disposição dos conteúdos, mas não no layout [outra “coisinha” que já mudou]. Esse negócio de letra preta no fundo branco facilita a leitura. Minha preocupação é agradar de cara o leitor e o visual conta muito, fazer ele querer voltar sempre à página, se tornar um leitor frequente.

Média de visitas diárias? No mês de setembro foi de 170 visitas diárias, eu considero muito pouco.

Qual o tempo máximo que você ficou sem postar? Foi de uma semana, por motivo de viagem. Eu costumo postar uma vez por dia e folgar nos fins de semana, mas não é uma regra. Eu posto na base do “quando dá”. Eu acho que blogue não precisa ter uma linha específica, você é livre para falar do que quiser. Por exemplo, teu blogue, tu escreve sobre moda, mas tu pode falar de política também. As pessoas que lêem o blogue vão se acostumar a ler o que tu escreve sobre qualquer coisa, se gostarem do teu texto, do teu estilo.

Já foi cobrado por não postar? As pessoas mandam e-mail, deixam comentários, perguntam se eu estou de férias, se eu estou viajando e o número de acessos cai. A constância das postagens faz o leitor sempre procurar a tua página.

Você realiza ou já realizou enquete no blogue? Não realizo nem nunca realizei.

Já fizeste promoção? Já fiz algumas, sorteios de livros, discos e camisas para o primeiro que comentar.

Tens conhecimento dos recursos que a plataforma disponibiliza, por exemplo, os FEED e RSS? Acho que o próprio blogger disponibiliza, mas eu mesmo nunca me preocupei com isso. Eu uso o Twitter para atualizar meus leitores sobre as postagens novas no blogue. São tecnologias que não domino nem nunca fui atrás de. Mas é uma coisa a se pensar para um futuro breve, quando pretendo dar uma repaginada na página que, tirando conteúdo postado, anda meio largada em relação ao visual e a estas possibilidades.

Qual o critério de moderação dos comentários? Eu procuro ser educado com os meus leitores, respondo todos os comentários individualmente, a política de comentários do blogue é clara. Tem a opção de comentário anônimo, mas só é aceito se a pessoa assina abaixo do comentário, uma contradição em termos, mas isso possibilita que, por exemplo, quem não tem uma página, um login possa comentar. Ninguém precisa concordar comigo desde que isso seja feito da maneira correta. Já aconteceram episódios chatos. Ninguém pode me acusar de censurador ou de publicar somente os comentários favoráveis, isso facilita o debate e isso é legal. As pessoas comentam também por e-mail, recebo comentários no Twitter, e eu respondo também a todos. Esse retorno é uma coisa bacana, essa interação, essa via de mão dupla funciona bem no blogue.

O leitor do teu blogue pode comentar na opção anônima, sem colocar e-mail, nem informação alguma. Não é um risco pra ti? Acho que não, a pessoa tem que ser educada, não dá pra xingar no blogue, eu sou o responsável pela página, os pseudônimos não dá pra controlar, e nem é meu interesse descobrir identidade de ninguém. Já tirei comentários assinados, o blogue é um blogue de família. Eu acho que se eu tenho a preocupação com o que eu vou escrever, as pessoas têm que ter a preocupação com o que vão comentar, pra ficar essa relação entre quem escreve e quem lê.

Já teve problemas por conta de comentários? Não por que os comentários indevidos eu retiro, sou eu quem responde por qualquer coisa na página.

Quando teus posts são mais comentados? Depende muito, não sei dizer, tem vezes que passo semanas sem receber nenhum comentário, tem postagem que eu recebo vinte comentários, é uma coisa que varia muito.

Quem é teu publico leitor, você sabe? Algumas pessoas eu conheço, outras conheço virtualmente, enfim acho que é público pequeno.

Já teve algum post teu copiado, plagiado? Não considero plágio, pois sou licenciado no Creative Commons, o termo no meu blogue diz que qualquer pessoa pode usar desde que cite a fonte e use sem fins comercias [na mudança do layout o selo se perdeu e o blogueiro aqui ainda ‘tá apanhando para recolocá-lo]. Porque não é justo, visto que eu produzi o texto e não ganhei nada. Não é justo que alguém reproduza esse conteúdo sem minha permissão, sem citar a fonte. Mas não é uma regra engessada, eu abro exceções quando alguém fala comigo, pede parar publicar em um jornal, por exemplo, eu libero. O jornal vende, o dono ganha dinheiro, mas ‘tá valendo.

Como você define teu blogue? Jornalismo ou diário? Fica num limbo aí entre tudo isso e mais um pouco. Mas se for para priorizar rótulos, eu apostaria em jornalístico. Embora o primeiro pedaço da resposta seja melhor.

Você considera jornalismo a tua prática blogueira? Na maioria das vezes sim. Eu sigo todos os preceitos e regras do jornalismo ao escrever no meu blogue. Até quando vou emitir minha opinião eu procuro saber mais sobre o assunto, apurar, ouvir todos os lados.

Em qual categoria jornalística você se enquadra? Considero-me jornalista cultural, embora isso não passe de tautologia, tendo em vista que todo jornalismo é cultural, mas, enfim, acabamos usando o termo, a expressão, pra diferenciar o jornalismo cultural, isto é, o jornalismo de artes, espetáculos e entretenimento, digamos assim, do jornalismo econômico, político, policial, geral, de cidades etc. Dentro do jornalismo cultural, que é o que mais pratico, minhas grandes áreas de interesse são a música e a literatura, embora música e literatura sejam, digamos assim, instituições: o que eu gosto, na verdade, é de ouvir (música) e ler (literatura). São coisas que me dão prazer. O que não exclui meu interesse por teatro, cinema, artes plásticas, cultura popular etc. E o que também não me furta de opinar sobre política, cidades, geral, policial etc.

Qual o critério de seleção do que você vai postar ou não? É uma coisa natural, meus critérios são pessoais, eu recebo muito material por e-mail para postar no meu blogue, muitos releases. Embora não me leve muito a sério, mas eu tenho uma vaidade que me motiva, que é a coisa de ser o primeiro a escrever sobre determinado assunto. O triste é que às vezes eu sou o único também.

E a apuração das informações, como fazes? Minha apuração, na área de jornalismo cultural, acontece da seguinte maneira: eu procuro, antes de publicar, conhecer o trabalho, ouvir, pra saber se é bom mesmo [no caso de um disco, por exemplo], e aí eu escrevo sobre.

Pelo fato de teu blogue publicar notícias inéditas, ele já pautou a imprensa? Acontece muito, eu publico uma coisa e alguém, algum jornalista, me liga dizendo que viu no meu blogue, e que quer escrever sobre também, aí passo as informações, os contatos.

Qual característica principal dos textos pro blogue? O texto escrito para o blogue costuma ter uma leveza, é mais despreocupado, despojado, incorpora mais gírias, a linguagem da própria internet. É um texto mais rápido. Eu, particularmente, mesmo quando produzo releases, procuro fugir do “padrão lead“, o quê?, quem?, quando?, onde?, como?, por quê?, quanto?, pra quê?. É claro que eu respondo essas perguntas todas ao longo do texto, mas não carece entregar o ouro ao bandido já no primeiro parágrafo. Eu tenho um estilo próprio, claro que seguindo algumas influências.

E os palavrões nos teus posts? É pra dar leveza, palavrão é uma coisa maldita, mas é um recurso linguístico muito interessante. Na maioria das vezes é brincadeira, nunca tive reclamações. Quando eu escrevo “caray”, que é um portunhol, é reflexo de um grupo que tem principalmente em São Paulo e que eu acompanho, formado por poetas, escritores, jornalistas que criaram uma língua própria, o portunhol selvagem, que utiliza português, espanhol e guarani. O Estadão há dois anos publicou uma matéria toda em portunhol selvagem, então é uma homenagem minha.

Como você caracteriza a blogosfera ludovicense? Pra mim a grande maioria se divide em duas categorias. Eu, modéstia à parte, não me incluo em nenhuma dessas. A primeira, que está preocupada com seu salário no fim do mês e escreve pra agradar fulano e desagradar beltrano. Vive de negociar influência, quem pagar mais leva a “pena” do garoto. E a segunda é a blogosfera que está limitada naquela coisa de diário, que posta poesia, conto, coisas da vida particular. Claro que tem exceções, das duas partes. Há quem faça jornalismo político de forma limpa e quem faça dessa coisa do diário um “jornalismo literário”, briga com a namorada e vai para um bar, lá se depara com um universo antropológico diverso e escreve sobre isso, descreve as relações, às vezes fica bem interessante.

Em 2009 a Coca-Cola deu a 10 blogueiros influentes aqui no Brasil uma nova bebida produzida por eles. Só que a bebida estava dentro de uma geladeira com entrada USB. Os blogueiros afirmaram não se sentirem obrigados a escrever sobre a bebida em seus blogues e nem a falar bem da Coca-Cola por isso. Você já passou por situação parecida? Acontece muito de eu receber ingressos para ir a shows e não me sinto obrigado a escrever sobre, se não quero, se acho que o show não foi bacana, simplesmente não escrevo. Acontece de eu divulgar e receber depois ingressos. Antes de tudo eu gosto de ser honesto com meus leitores, digo a verdade que é a primeira premissa do jornalismo.

És contra a propaganda nos blogues? Tenho um link pago no blogue, o Pesca Preço [tinha]. Não sou contra, só que têm que ficar claro pro leitor. Acho que em algumas situações a propaganda pode sim influenciar no conteúdo, por exemplo, você tem uma propaganda da Vale no teu blogue, você nunca vai escrever sobre as pessoas que moram às margens dos trilhos e que são prejudicadas. Talvez até você queira falar, mas pra não perder o patrocínio, evita. Pra mim desde que não comprometa a informação e se comprometer isso tem que ficar claro pro leitor. Eu por exemplo declarei todos os meus votos no tuíter e meu voto para deputado federal no blogue.

Já retirou algum post que foi publicado? Não, eu me nego por que quero o arquivo, mesmo quando trato de temas espinhosos. Eu procuro me cercar de cuidados ao escrever sobre temas polêmicos.

Você se acha totalmente livre para escrever sobre qualquer assunto? Eu sou sim, procuro respeitar as premissas do jornalismo, saber o que posso ou não dizer para de repente não tomar um processo, ou uma ordem judicial que tire o post, o próprio blogue do ar.

Você sempre quis ser jornalista? Sim. Na verdade, quando comecei a redigir as notinhas, quando comecei a enviar as cartas, a fazer as resenhas pós-show, eu cursava o ensino médio, mas já tinha a manha de escrever, foi algo que eu sempre gostei. Entrei na Faculdade buscando aprimorar isso, aprender as técnicas, melhorar a prática.

*

Dia 8 de outubro concedi a entrevista acima a Aline Coelho, na sede da Cáritas Brasileira Regional Maranhão. Ela está concluindo o curso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, na Faculdade São Luís, para onde me arranco agora: às 16h, Aline Coelho defende a monografia Novas formas de se fazer jornalismo: um estudo dos blogues itevaldo.com e zemaribeiro.blogspot.com, cujo pdf em breve ela disponibilizará na internet.

10 comentários em “Entrevista

  1. Zema,
    uma entrevista porreta. Vc merece ser referência pra esse estudo. Tem feito o trabalho de informar de forma competente e comprometida.
    Abs
    Lena Machado

  2. Caro amigo… Sempre acompanho o seu Blog com bastante satisfação. Quero parabenizá-lo pelo trabalho que desenvolves através dessa ferramenta tão presente em nossos dias. Ainda estou “engatinhando” quando o assunto é a “arte de blogar”, mas já sei que, assim como bem definiu nossa amiga Aline Coêlho, esse é o novo modo de fazer jornalismo. Dessa forma, nós, enquanto Jornalistas Apaixonados que somos, não podemos deixar de abraçar esse novo formato.

    Mais uma vez PARABÉNS a vc ( e a Aline, é claro)!!

    P.S.: Espero receber sua visita e opinião no meu Blog tbm!!

    Att,

    Gildean Farias (www.gildeanfarias.blogspot.com)

  3. Zema,
    Eu que fico honrada com esse espaço em teu blogue e aproveito mais uma vez pra te agradecer pela ajuda. Como disse ontem a amigos a nota não foi só minha, foi de todos que me ajudaram a conquista-lá,
    A nota foi uma formalidade, só de ter chegado a algum resultado, a uma resposta para a minha inquietação, me senti feliz.
    Durante a pesquisa surgiram outras perguntas que me inquietam…
    Esse 10 é nosso e pra mim além do prazer que foi estudar teu blogue, ele, em especial, foi um desafio.
    E como disse e me repito, os dois blogues, o teu e de Itevaldo são exemplos de que a liberdade de fazer jornalismo dentro desse novo espaço, o blogue, não os torna irresponsáveis e ou inconsequentes, como acontece com alguns blogues da nossa amada Saint Louis…
    É muito fácil apontar os erros cometidos ao fazer jornalismo no blogue.
    Difícil é reconhecer os acertos e sustentar isso, defender e teorizar no empirismo, assumir as possíveis falhas, já que as teorias para este modelo de jornalismo estão em construção.
    Tenho uma visão bem idealista sobre o jornalismo feito nesse espaço, as vezes um pouco ingenua, mas ainda estou amadurecendo isso em mim, faz parte do meu processo de crescimento…
    Ah, depois quero vir neste mesmo espaço comentar a tua vitória quando defenderes a tua monografia, em um futuro breve, espero.
    Bju!
    Aline Coelho.

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