PEDRA DE RESPONSA NO CEARÁ

Amanhã (28) meu parceiro Gildomar Marinho (foto) lança no BNB Clube de Fortaleza/CE seu segundo disco, Pedra de Cantaria, cuja faixa-título é de nossa autoria (ouça-a no post anterior, em meu myspace, é tão estranhamente redundante ou redundantemente estranho escrever “meu myspace“, ou no myspace de Gildomar, onde outras faixas de Pedra de Cantaria, bem como de Olho de Boi, o disco de estreia, também podem ser ouvidas.

A ideia e a vontade é lançar o disco em terras maranhenses entre mês que vem e outubro. Dois shows, um aqui na capital, outro em Imperatriz, levando ao palco todo mundo que participou do disco: os músicos que tocaram na gravação e os artistas que fizeram participações especiais, em ordem alfabética, Carlinhos Veloz (na belíssima O Rio), Celso Borges (que declama seu poema Vazio na balada Claustrofobia), Erasmo Dibell (que divide os vocais em Madre, ode à Madre Deus, bairro boêmio ilhéu pelo qual Gildomar Marinho é apaixonado) e Lília Diniz (que entoa um lamento de Dona Elza na abertura do carimbó elétrico Batalha do Cerrado, homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição).

O repertório quase completamente autoral, abriga ainda parceria com o radialista Ricarte Almeida Santos (o choro Pra chorar no Rio) e o registro de Não fale nada, bolero que Gildomar resgata da obra de Batista Marinho, seu pai, que lhe ensinou os primeiros acordes num cavaquinho, quando o músico tinha ainda cinco anos de idade.

Pedra de Cantaria tem apoio cultural do Banco do Nordeste, através do Programa Cultura da Gente. Sobre o lançamento em Fortaleza, leia mais no Ponte Aérea São Luís.

Autor: Zema Ribeiro

Homem de vícios antigos, ainda compra livros, discos e jornais. Pai do José Antonio. Apresenta o Balaio Cultural (com Gisa Franco, aos sábados, das 13h às 15h, na Rádio Timbira AM). Coautor de "Chorografia do Maranhão" (Pitomba!, 2018) e autor de "Penúltima página: Cultura no Vias de Fato" (Passagens, 2020). Antifascista.

2 comentários em “PEDRA DE RESPONSA NO CEARÁ”

  1. Ah! Carlinhos Veloz! Erasmo Dibell! Que saudade! Me lembrou a primeira vez que estive no centro histórico com minha mãe, eu moleque, e naquela noite quem cantava num bar lá era a Rita Ribeiro. Mas os caminhos tortuosos me levaram embora da ilha. Saudade!

    Morei no Lira, bem perto da Madre Deus.

    Fui ao seu Myspace e ouvi as anções. É você que canta “Lambra”?

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