K7 MOFADO

Achar aquela fita k7 onde você gravou aquela música. Passar e/ou voltar até deixar no ponto certo de tocar só aquela canção, que as outras não interessam.

Chegar ao Bar do Léo e pedir aquela música rara que ele não tem em cd. Se estiverem em um dia bom (sim: você e o nosso querido Leonildo, ele, o Léo do Bar), lá vai ele, headphones, procurar a tal canção (vá lá: uma vez pedi Motivo, com Fagner, e ele fez isso).

No fundo, não sei ainda para que serve o Muxtape, que eu descobri via Galera. Na onda, acabei fazendo um. Não sei o porquê destas e não daquelas músicas. Preguiça de procurar os outros emepetrês? Talvez. Mas eu gosto de tudo o que está ali. E depois posso trocar. Assim, vocês vão conhecendo um pouco mais de mim, musicalmente. Talvez seja essa a utilidade desse k7 virtual.

Quer(em) saber? Ouça(m)!

Autor: Zema Ribeiro

Homem de vícios antigos, ainda compra livros, discos e jornais. Pai do José Antonio. Apresenta o Balaio Cultural (com Gisa Franco, aos sábados, das 13h às 15h, na Rádio Timbira AM). Coautor de "Chorografia do Maranhão" (Pitomba!, 2018) e autor de "Penúltima página: Cultura no Vias de Fato" (Passagens, 2020). Antifascista.

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