cristina, de fato

“são raridades, né? hoje só tem na pirataria. só um saiu em cd, o segundo, prato e faca. o resto é pirataria que a gente faz mesmo, as pessoas perguntam… já vi camelô vendendo meus discos, camelôs especializados em raridades. é um jeito, vai fazer o quê? não tem, as gravadoras não se interessam”.


[cristina, a irmã menos famosa de chico. foto: cartacapital]

menos famosa, como digo na legenda, mas nem por isso menos importante. abrimos o post com uma resposta de cristina buarque ao jornalista pedro alexandre sanches sobre a importância de seus primeiros discos para a música brasileira, que descamba para um comentário sobre a pirataria. ela que, com o grupo samba de fato, está lançando disco novo.

tenho em casa, cópias de seu primeiro disco, de prato e faca (que trazia uma belíssima jovem cristina na capa) e de arrebém (1979, que termina com “ponto de fuga”, de chico maranhão). ouço direto. e agora, com menos dor na consciência.

a entrevista, em duas partes, você lê aqui e aqui, no site da revista cartacapital.

Autor: Zema Ribeiro

Homem de vícios antigos, ainda compra livros, discos e jornais. Pai do José Antonio. Apresenta o Balaio Cultural (com Gisa Franco, aos sábados, das 13h às 15h, na Rádio Timbira AM). Coautor de "Chorografia do Maranhão" (Pitomba!, 2018) e autor de "Penúltima página: Cultura no Vias de Fato" (Passagens, 2020). Antifascista.

4 comentários em “cristina, de fato”

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