coluna do zema de hoje

ao saber pelos jornais da reabertura do cine praia grande, ontem, fiquei contente. a ausência de espaços alternativos para a exibição de boas produções cinematográficas em nossa cidade é algo impressionante (ou não?).

elogiei, para quem pude, a seriedade e competência de gisele vasconcelos, atual diretora do centro de criatividade odylo costa, filho. assim como tenho elogiado, para quem posso, estas mesmas qualidades em ester marques, atual diretora regional do sesc (ma).

ainda que avesso a estréias, aberturas, inaugurações etc. e/ou tudo isso aí com um “re-” na frente, fui à praia grande, prestigiar o acontecimento.

mas, por motivo de força maior (leia-se: um problema com o ar-condicionado), a reabertura do cine praia grande não aconteceu, ficando remarcada para hoje, no mesmo horário (19h); o que não tirará o brilho da única sala de cinema do centro histórico.

abaixo, a coluna do zema de hoje. no diário da manhã, as duas notas abaixo do endereço do blogue do colunista (uma sobre o tudo de bom, outra sobre o café do armazém) não foram escritas por este que vos perturba.

Nego Ka’apor: mais que música

Nego Ka’apor no palco do Chez Moi Ciber Bar, na sexta-feira à noite; ao meio-dia, no mesmo, dia, Dança no SESC; e Tom Jobim, mais uma vez em trilha global.

Nego Ka’apor no Chez Moi

Uma boa pedida para começar o fim de semana é assistir ao show da banda Nego Ka’apor, nesta sexta-feira, 21, às 22h30min, no Chez Moi Ciber Bar (Rua do Giz, em frente à Praça da Faustina, Praia Grande). Os ingressos custam apenas R$ 5,00 e o show promete.

A banda (Beto Ehongue: voz e percussão; Mauro Izzy: contrabaixo; Du Menezes: guitarra; Baé Ribeiro e Andresa Oliveira: percussão; Nicolau Esloco: bateria; Tiago Bochecha: trombone; e Alex Brasil: trompete) mescla ritmos tipicamente maranhenses (bumba-meu-boi, tambor de crioula, tambor de mina, lelê, entre outros) a ritmos conhecidos mundialmente (rock n’roll, soul ,reggae etc.), unindo às melodias, letras de cunho fortemente social: denúncias sobre a situação de populações carentes, indígenas, a fome e a miséria.

Há seis anos no cenário musical da Ilha (inicialmente como Som do Mangue), a banda Nego Ka’apor retorna aos palcos após quatro meses; mostrará um show maduro, onde misturará músicas inéditas (“Jardim das Parabólicas”, “Às Margens” e “Auto-retrato”) e “clássicos” já conhecidos de um público fiel que os acompanha (“Maria de Jesus”, “Nordeste”, “Deus S. A.”, “Bateu um Branco” etc.).

SESC Dança

Com coreografia de Sandra Oka e figurinos de Joice Oka, os dançarinos Leônidas Portella e Luiza Sousa, além da própria coreógrafa, da Yin Companhia de Dança, apresentam o projeto Dança em Cena, ao meio-dia desta sexta-feira, na área de vivência do SESC Deodoro. O projeto tem como principais objetivos, incentivar a prática da Dança no Maranhão e a formação de platéia.

A Yin Companhia de Dança foi criada em 2002. A apresentação desta sexta-feira tem entrada franca.

O maestro soberano

Em “Paratodos” (1993), Chico Buarque cunhou expressão definitiva em referência ao mestre Tom Jobim: “maestro soberano”. Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim está soberano, bastante presente na trilha sonora do novo drama global, Páginas da Vida. Novas roupagens para clássicos jobinianos, a trilha é válida. (Não, a trilha sonora não é exclusivamente composta por músicas do autor de tantos clássicos da música brasileira).

Um comentário em “coluna do zema de hoje

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