Overmundo no Colunão

E o Colunão chegou, ontem, ao quarto número da nova fase. Abaixo, meu texto dessa edição. Por lá também, nomes como o editor WR, Ed Wilson Araújo, Celso Borges, Rogério Tomaz Jr. e Zeca Baleiro, que, em artigo transcrito de seu site, defende o presidente Lula, como já o fez em entrevista, Chico Buarque: artistas inteligentes.

Este número do Colunão inaugura a Agenda Cultural do Semanário, editada por mim; portanto, produtores, artistas etc.: notas para a agenda até a quarta-feira, data em que fecharei, semanalmente, o espaço.

Abaixo, o texto, pois; não vou transcrever a agenda, pois alguns eventos já “venceram”.

Um jeito novo de ler o Brasil

Na contramão da grande mídia e alicerçado em um novo modelo de direitos autorais, Overmundo busca fazer mapeamento cultural do Brasil.

por Zema Ribeiro*

Um site colaborativo onde qualquer um possa escrever sobre cultura brasileira. Dicas, agenda, sons e imagens, um verdadeiro mapeamento cultural do país, em toda sua imensidão. Sonho? Utopia? Não. Ou, ao menos, não mais. Essa é a proposta do Overmundo, idealizado e capitaneado por Hermano Vianna, um dos mais respeitados antropólogos brasileiros da contemporaneidade.

No projeto, todos os estados brasileiros têm correspondentes, que buscam cobrir o cenário cultural que não tem espaço na grande mídia, mídia convencional ou qualquer outro nome que se queira dar à massificação regada a jabá promovida por grandes grupos, midiáticos, políticos ou empresariais.

Com patrocínio da Petrobrás, através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) do Ministério da Cultura, o conteúdo do site é licenciado em Creative Commons, uma revolução em termos de direitos autorais, que permite o uso e/ou a modificação de textos, imagens, sons e demais formatos disponibilizados no Overmundo, sem a necessidade de um pedido prévio de autorização, desde que os fins não sejam comerciais.

Você, “repórter”! – Você também pode ser colaborador do Overmundo. Para tanto, basta fazer um cadastro simples (nome, e-mail, cidade etc.) no site e, a partir daí, habilitar-se a publicar textos, fotos, sons e outras mídias. É possível também elaborar um guia de sua cidade e votar nas matérias prediletas, fazendo com que elas ganhem destaque na homepage e até mesmo criar um blogue por lá.

Creative commons – A licença creative commons lança um novo olhar na legislação de propriedade intelectual. Você pode licenciar sua obra permitindo o seu uso não comercial, ou seja, continua detendo os direitos autorais sobre a mesma. Sobre o assunto, o estudioso Lawrence Lessig publicou “Cultura Livre”, que tem como subtítulo “Como a grande mídia usa a tecnologia e a lei para bloquear a cultura e controlar a criatividade”, disponível para download no site Trama Universitário.

* estudante de Comunicação Social (Jornalismo); correspondente Overmundo no Maranhão; escreve no blogue http://zemaribeiro.blogspot.com, já licenciado em creative commons.

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