20/11/2005

ve(r)(se)(jo)-(me)

verme
roendo o poema.
roí tudo,
sou traça.
traço poetas
e não chego aos pés de nenhum deles
pra te fazer um poema (de amor)

[poema cometido após a leitura, “de um só tapa”, na madrugada da data que o batiza, de “o camaleão no espelho”, de roberto kenard. é sobre a minha incompetência (ou impossibilidade[?]) de escrever poemas de amor para ela: nada chega aos pés do que ela merece. ela sempre merecerá mais]

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