CRÔNICA

 

Crônica minha publicada na edição do Almanaque JP Turismo que está nas bancas. Foi escrita em janeiro. A da próxima edição já está pronta.

DO ENCONTRO DO CASAL “BRASILUDOVICENSE”

A última vez que a minha cabeça doeu foi na segunda-feira. Acordei cedo e fui tomar banho para deixar Yanna na estação, onde ela pegaria o trem para Imperatriz. Ah!, a dor de cabeça era da cerveja tomada na véspera, no quintal de casa, ouvindo o batuque dos blocos oriundos da Madre Deus. Além de curtir as carícias de Yanna, foi a única coisa que fiz no domingo: tomar cerveja.

Sábado fomos à Praia Grande, cujas ruas estavam ainda infestadas pelo público da Banda Bandida. Maisena espalhada, corpos molhados, suados e bêbados. Entramos na feira e de lá saímos para encontrar Cesar Teixeira no Ponto de Fuga, de onde fomos para casa, não sem antes emendar mais algumas cervejas numa casa à Rua de São Pantaleão, numa festa onde eu sequer conhecia a aniversariante.

Sexta-feira era dia de show de Mestre Antonio Vieira e, se tu não quer, tem quem queira e a gente quis. Fomos até o Terceiro Piso, na Cohama onde pudemos nos deliciar com músicas da lavra de Seu Vieira, além de clássicos da música mundial interpretados em versões bilíngües por ele e Augusto Pellegrini.

A Vida é uma festa! E naquela quinta-feira, em especial, era mais festejada ainda: nada como ouvir Zé Maria Medeiros, a banda Casca de Banana, Erivaldo Gomes e outros nomes que fazem a noite, num revezamento entre os beijos de Yanna, as cervejas – milagrosamente geladas – e o papo com Leandro – que, calmo, “segurava vela” e ainda me emprestou algum para pagar as cervejas.

Quarta-feira, reggae no Bar do Porto. Cervejas no Catarina Mina, o bar de Lourdes, na Escadaria, onde ouvimos pela terceira vez a faixa onipresente na trilha sonora de nosso amor: Como Dois Animais, de Alceu Valença. Terça-feira repetimos a dose de amanhã, no mesmo bar; a cantora da vez era outra, mas a música, saiu de novo, e nos beijávamos como dois animais.

Segunda-feira à noite, Wilson Zara tocaria no Landruá Mariscos. Fomos vê-lo e ouvir pela primeira vez a “nossa música”. Pela manhã, o telefone toca. Yanna, num zero-nove-oito, duma praça na Praia Grande; a paraybanna que mora em Brasília/DF não me avisara de sua chegada. Quase enlouqueço. Fui até lá. Gostosa surpresa!

diga lá! não precisa concordar com o blogue. comentários grosseiros e/ou anônimos serão apagados

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s